O projeto HIP HOP IDENTIDADE NEGRA desenvolvido em Cuiabá pelo Favelativa em parceria com a secretaria municipal de esporte lazer e cultura, e escolas municipal Senhorinha Ana Alves de Oliveira. Localizada na Comunidade do Jd Vitoria em uma região de estrema vulnerabilidade social, crianças da região e alunos da escola tiveram aulas de grafite, DJ, mc, break e palestras sobre a historia do negros sobre o olhar dos negros e negras.
agosto 22, 2017
Vídeo brilhante do Hip Hop MT Favelativa.
Abordar os problemas sociais por meio da arte e fazer dela um caminho para a conscientização é a ideia que orienta os projetos desenvolvidos por instituições como Favelativa, que em Parceria com a Secretaria de Cultura do Estado de Mato Grosso vem atreves do projeto HIP HOP CONTEMPORÂNEIO, levar a populações socialmente vulneráveis a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas.
setembro 28, 2016
julho 28, 2016
SEMANA CULTURAL MOVIMENTO O CRC – CENTRO DE RESSOCIALIZAÇÃO CARUMBE
Ao término das oficinas nesta sexta feira dia 29 de julho, esta sendo promovida uma semana cultural com a socialização e apresentação das ações vividas, sendo roda de Hip Hop – com apresentações de Mcs e Break, Batalha de MC's e lançamento de livros de autores regionais com temas relacionados ao tema do projeto, exposição fotográfica, o tradicional chá com bolo e apresentação dos vídeos produzidos pelos estudantes internos.
O projeto acontece pelo edital da Funarte (Projeto contemplado no Edital Bolsa Funarte de Fomento aos Artistas e Produtores Negros 2014), em parceria com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), e se deu inicio em maio deste ano.
EQUIPE DE TRABALHO
Produção: Lígia da Silva e DJ Taba, Oficina de Audio Visual: Eduardo Andrade e Franciele – Slum Produções e Conduta do Gueto, Oficina de Break: Peixinho, Coreano e Monicke – Colisão Crew, Oficina de MC: Xito – Conduta do Gueto, Karla Vecchia – Rapper, Luciene de Carvalho – Poeta, Raul Lazaro – Locutor, Rodrigo B1 – Rapper, Palestras: Lucineia Freitas (MST), Cristóvão – Kizomba.
Produção: Lígia da Silva e DJ Taba, Oficina de Audio Visual: Eduardo Andrade e Franciele – Slum Produções e Conduta do Gueto, Oficina de Break: Peixinho, Coreano e Monicke – Colisão Crew, Oficina de MC: Xito – Conduta do Gueto, Karla Vecchia – Rapper, Luciene de Carvalho – Poeta, Raul Lazaro – Locutor, Rodrigo B1 – Rapper, Palestras: Lucineia Freitas (MST), Cristóvão – Kizomba.
julho 21, 2016
25 de julho - Dia Internacional da Mulher Negra
25 de julho - Dia Internacional da Mulher Negra, Caribenha e Latino-americana, às 14h, na ADUFMAT/UFMT
- Diálogos e Empoderamento das Mulheres Negras de Mato Grosso - I Feira de Economia Solidária das Mulheres Negras.
Participe, sua presença é fundamental para nossa luta.
Favelativa Compartilha..
julho 14, 2016
Segundo Sarau das Minas em homenagem a Dandara dos Palmares.
Coletivo de mulheres do movimento Hip Hop, é composto por artistas, donas de casa, estudantes, entre outras.
julho 11, 2016
VEM AI Festival Hip Hop Contemporâneo
Festival Hip Hop Contemporâneo
O Hip Hop é um movimento de cultura juvenil, unindo práticas culturais dos jovens negros e latino-americanos nos guetos e ruas dos grandes centros urbanos. O movimento é constituído pela linguagem artística da música (RAP - Rhythm and Poetry, pelos Rappers e DJ´s), da dança (o Break) e da arte plástica (o Graffiti)
No Brasil do final dos anos 80, o movimento Hip Hop, especialmente o ritmo musical Rap, tornou-se para os jovens das periferias urbanas um meio fundamental para a mobilização e conscientização.
Promover o “Festival Hip Hop Contemporâneo” como um evento democrático de ampla participação popular que incentive a prática da Dança de Rua e do Graffiti como expressões artísticas, contribuindo para a difusão cultural e desenvolvimento regional.
Possibilitamos com o festival a apresentação dos grupos de Hip Hop (Rappers, DJ´s, Grafiteiros e Breakers), existentes no município de Cuiabá e toda região, promovendo o desenvolvimento de habilidades musicais de crianças e jovens de nossas cidades e estado.
julho 09, 2016
Projeto Hip Hop Contemporâneo leva Oficina de MC Oficina de Break Oficina de DJ Oficina de Grafite para os Bairros ardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso
O objetivo é trabalhar os elementos do hip hop durante dois meses, com crianças, adolescentes e jovens da região norte de Cuiabá-MT (Jardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso, entre outros), nos meses de junho a agosto de 2016.
O Hip Hop é uma tradição nas regiões periféricas, o intuito é fomentar a fruição da cultura de rua e sua ideologia, com as seguintes ações:
Oficina de MC;
Oficina de Break;
Oficina de DJ;
Oficina de Grafite;
Oficina de Locução e Rádio;
Oficinas de Artesanato (Confecção de Luminária e Camisetas); Palestras com temas: direitos humanos e da terra; questões afrodescendentes; cultura popular;
E finalização com show cultural.
Com a realização Favelativa, o Projeto e patrocinado pela Secretaria de Cultura do estado de Mato Grosso
Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A Oficina de MC (R.A.P) no projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
E um encontro perfeito entre a cultura hip hop e educação. O projeto leva o Rap para a comunidade de maneira didática trabalha com crianças de diferentes faixas etárias.
Oficina de DJ no projeto hip hop contemporâneo.
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Estudar música não é só divertido – também exercita o cérebro e traz diversos benefícios importantes para todas as idades. Nos mais jovens auxilia principalmente no desenvolvimento intelectual, emocional, sensorial, na criatividade, no raciocínio lógico e muito mais.
+INFO: Taba: 9263-1225 e Lígia da Silva: 9265-0240
Projeto Hip Hop Contemporâneo leva Oficina de MC Oficina de Break Oficina de DJ Oficina de Grafite para os Bairros ardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso
O objetivo é trabalhar os elementos do hip hop durante dois meses, com crianças, adolescentes e jovens da região norte de Cuiabá-MT (Jardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso, entre outros), nos meses de junho a agosto de 2016.
O Hip Hop é uma tradição nas regiões periféricas, o intuito é fomentar a fruição da cultura de rua e sua ideologia, com as seguintes ações:
Oficina de MC;
Oficina de Break;
Oficina de DJ;
Oficina de Grafite;
Oficina de Locução e Rádio;
Oficinas de Artesanato (Confecção de Luminária e Camisetas); Palestras com temas: direitos humanos e da terra; questões afrodescendentes; cultura popular;
E finalização com show cultural.
Com a realização Favelativa, o Projeto e patrocinado pela Secretaria de Cultura do estado de Mato Grosso
Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.
A Oficina de MC (R.A.P) no projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
E um encontro perfeito entre a cultura hip hop e educação. O projeto leva o Rap para a comunidade de maneira didática trabalha com crianças de diferentes faixas etárias.
Oficina de DJ no projeto hip hop contemporâneo.
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Estudar música não é só divertido – também exercita o cérebro e traz diversos benefícios importantes para todas as idades. Nos mais jovens auxilia principalmente no desenvolvimento intelectual, emocional, sensorial, na criatividade, no raciocínio lógico e muito mais.
+INFO: Taba: 9263-1225 e Lígia da Silva: 9265-0240
maio 06, 2016
HIP HOP E ÁUDIO VISUAL
Durante cinco semanas estudantes do
centro socioeducativo - Complexo Pomeri e o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC)- o antigo
Carumbé, vão participar do projeto Favelativa Visão Alem das Grades.
O movimento Favelativa juntamente com a Funarte (Projeto
contemplado no Edital Bolsa Funarte de Fomento aos Artistas e Produtores Negros 2014),
em parceria com a Sejudh-MT dá inicio em Maio o projeto PROJETO FAVELATIVA
Visão além das Grades, a execução se dará em 5 semanas, as ações serão realizadas
de forma alternada no CRC – Carumbé, juntamente com a EE Nova Chance, e no
Socioeducativo (unidade masculina e feminina) juntamente com a EE Meninos do
Futuro, um circuito de oficinas (aulas), palestras e semana cultural.
O projeto prevê a execução de
Oficinas de Hip Hop: elementos MC e Break;
Oficinas de Artes Visuais: Fotografia e Produção de Vídeo , que
culminará em um vídeo documentário, e uma exposição fotográfica produzida
pelos/pelas estudantes reeducandos/reeducandas.
Durante o desenvolvimento do
projeto os/as estudantes atendidos pelo projeto receberão palestras sobre a
Direitos Humanos, juventude pra o mercado de trabalho e a História dos
afrodescendentes no Mato Grosso e no Brasil.
SEMANA CULTURAL
Ao termino das oficinas será
promovida uma semana cultural com a socialização e apresentação das ações
vividas, sendo roda de Hip Hop – com apresentações de Mcs e Break, lançamento
de livros de autores regionais com temas relacionados ao tema do projeto,
exposição fotográfica, e apresentação dos vídeos produzidos pelos estudantes
internos.
FAVELATIVA
O movimento Favelativa é uma
organização que teve início no bairro Jardim Vitória, região norte de
Cuiabá-MT, desde 2007, reuniu jovens da periferia, a fim de definir projetos e
ações de políticas públicas voltadas ao público jovem, negro e periférico do
estado de Mato Grosso, são 8 anos construindo ideias para contribuir com a
comunidade local.
Neste processo de construção
coletivo visa o empoderamento do ser humano, tornando-o produto histórico capaz
de se libertar e exercer a cidadania consciente e crítica, podendo comparar,
analisar e contribuir para a transformação da sociedade.
EQUIPE DE TRABALHO
Produção: Lígia da Silva e DJ
Taba, Oficina de Audio Visual: Eduardo Andrade e Franciele – Slum Produções e
Conduta do Gueto, Oficina de Break: Peixinho, Coreano e Monicke – Colisão Crew,
Oficina de MC: Xito – Conduta do Gueto, Karla Vecchia – Rapper, Luciene de
Carvalho – Poeta, Raul Lazaro – Locutor, Rodrigo B1 – Rapper, Palestras: Lucineia Freitas (MST), Cristõvão –
Kizomba.
Contatos: 65-9265-0240 Ligia da Silva Viana - ligiafavelativa@gmail.com
julho 15, 2015
Estudantes do antigo Carumbé vão participar de projeto literário
Só o conhecimento traz a verdadeira liberdade. Esta é a proposta do projeto Literativa, que será desenvolvido, por um mês, com estudantes que vivem dentro do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), o antigo Carumbé, em Cuiabá (MT), a partir da próxima segunda-feira (16). A ferramenta mais potente deste projeto é a literatura e o saber.
O Literativa é uma iniciativa literária promovido pelo movimento social
Favelativa, que tem sua sede no bairro Jardim Vitória, periferia da
capital. E chega ao CRC através do Projeto Literativa, que envolve ações
de promoção do livro e da leitura, sendo uma delas o “Carrinho do
Saber”, que nada mais é do que um veículo de pequeno porte adaptado para
levar livros. Na biblioteca ambulante, já são mais 300 títulos. O
carrinho, que já circulou muito pelo Jardim Vitória, de casa em casa,
foi reformado. Agora, vai circular pelos corredores da penitenciária.
Basta escolher o livro e emprestar sem custos, a ideia é a troca
solidária.
Antes disso, haverá oficinas e palestras, com a hora do conto e conte
sua história, que culminará com um concurso de redação. Aliás, histórias
nas penitenciárias é o que não falta, porque todos ali viveram muitas
experiências, na finalização terá a Gincana do saber com lançamento de
livros de escritores e escritoras regionais e a socialização com
brincadeiras utilizando a linguagem do hip hop.
Luciene fez perguntas e apresentou impressões sobre o tema e a
profissional respondeu. "Escrevi quatro cartas tratando das questões da
loucura como patrimônio imaterial da humanidade, da loucura de todos
nós. Mesmo que ela se manifeste em mim, ela é uma questão da
humanidade". Outra escritora parceira é Eliete Borges, autora do livro
“Nem pés e mil Cabeças”, que reúne uma coletânea de grandes fragmentos
que escrevo desde 2001.
“Assim como tudo que escrevo este é um livro autobiográfico. (...) Crio
muito por desdobramentos e encavalamentos, o que em suma, exige um
olhar de estranheza, um olhar que faça aquilo mesmo que você já fez
outra coisa, um ‘ser outro’, Absolutamente Outro” – diz trecho do livro.
Os estudantes que vão participar do projeto Literativa estão
matriculados na escola estadual Nova Chance, que funciona dentro do CRC e
acolhe o projeto com muito entusiasmo. A escola está para mudar de
nome, vai se chamar Nelson Mandela. O líder africano também ficou preso
27 anos e a biografia dele mostra que só a força interior e a sabedoria o
mantiveram de pé.
Da Assessoria
julho 05, 2012
O lugar da mulher na política eleitoral
Por Keka Werneck
A política eleitoral é feita de discursos. Agora é o caçador de marajás! Agora é novo para mudar! Agora é o ficha limpa para moralizar! Agora é o operário que emerge do povo!
Os discursos não necessariamente se aplicam na prática.
Um dos discursos dos quais a política eleitoral se apropria, atualmente, é: agora é a vez mulher!
Não que isso não faça nenhum sentido. Faz! As reivindicações de gênero estão, de fato, a cada dia mais visíveis e a Lei Maria da Penha é um bom exemplo de conquista real.
Até mesmo os homens, que ainda dominam o mundo (o mundo ainda é dos machos, vamos combinar!), repetem muito isso - que é a vez da mulher! - mas continuam as mantendo em um lugar subalterno na disputa. Por exemplo, é comum o político usar o nome da esposa, quando o dele próprio já está desgastado ou até vetado pelo tribunais, sabe Deus por quais crimes.
Sendo assim, boa parte das mulheres entra na corrida eleitoral pela porta dos fundos, lançadas por maridos, que, depois do pleito, usufruem do poder daqueles cargos eletivos, como se fossem donos deles e são.
Isso não é conquistar espaço eleitoral, isso é mais uma forma de uso da figura feminina. Novidade? Não. A mídia faz isso o tempo todo, está naturalizado, é permtido.
Não precisamos de um segundo escalão na política ou de um esquadrão de segunda linha formado por candidatas biônicas. Precisamos sim de mulheres autônomas, preparadas para tal, conscientes das lutas que devem travar, postadas ideologicamente.
Da mesma forma também precisamos de homens assim.
Há cotas para incentivar a presença da mulher na política. Que geralmente não são preenchidas! Mas por quê?
Um motivo razoável a se levar em consideração é a falta de tempo. Boa parte das mulheres ainda é dona de casa. Outra parte trabalha em casa e na rua. Muitas têm dois empregos. Quase todas criam filhos. Boa parte cria, inclusive, sozinha, sem pai.
Além da questão tempo, a sociedade ainda entende que o melhor ambiente para a mulher é o doméstico. Ninguém sabe ser dona de casa como uma mulher! Ninguém cria filhos como elas! Ninguém lava uma roupa como uma mulher! Já o espaço público é próprio para o homem, conforme o senso comum. Na política quem tem know how é o homem! Isso é ainda o que predomina no imaginário da sociedade e portando nas eleições.
É urgente que isso mude mas não adianta apostar no jeito feminino de governar. Governam melhor os que são justos ou justas, honestas ou honestos, arrojados ou arrojadas, determinadas ou determinados a mexer em certos vespeiros, entre outros fatores.
Entre Lula e Dilma, tem diferença no jeito de governar devido à questão gênero?.
A mulher deve estar no poder, ser incentivada para tal, ter o direito de estar, o direito real – porque fazendo tripla jornada fica meio difícil. Mas isso não quer dizer que uma mulher vá governar melhor que um homem. Nem melhor, nem pior.
O lugar da mulher na política, por fim, deve ser conquistado por ela, como um direito universal.
A mulher no poder não deve reproduzir os erros que o mundo masculino perpetuou, embora ela esteja fazendo isso.
Talvez esses erros na gestão pública sejam próprios do humano...
Talvez governar bem não seja uma questão de gênero, mas sim de caráter, de coragem e de consciência do papel político.
Melhor não votar em homem só por ser homem, não votar em mulher só por ser mulher, nem ficar preso a discursos de momento.
junho 15, 2012
junho 11, 2012
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maio 08, 2012
6º ENCONTRO ESTADUAL DA CULTURA HIP HOP DO AMAPÁ
“ARTE, CULTURA, LAZER, COOPERAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL”
Realise
Movimento Hip Hop do Estado do Amapá, se organiza para o 6º
Encontro Estadual da Cultura Hip Hop, e traz como tema: Hip Hop
Contra o Racismo, a programação será realizado no dia 13 de maio no
Centro de Convenções, por se tratar de uma data especial para o
movimento negro, pois o Brasil, foi o ultimo país a abolir a escravidão
nas Américas, aquele que explorou aproximadamente 4 dos 10 milhões
de africanas e africanos que foram trazidos para exercer trabalho
escravo desse lado do Atlântico, possui hoje o maior número de
população negra fora do continente africano. Estamos aqui para falar de
negras e negros como sujeitos políticos no período da escravidão. Todo
mundo sabe que no Brasil existiu mais de três séculos de exploração,
violência e desumanização das(os) não brancas(os) pela colonização
européia, mas o que a história não conta é que as(os) negras(os)
também eram agentes frente às formas de opressão, que não
eram “coisa”, e sim “ser” diante do sistema escravocrata diz Guinho
Presidente da FADRO B.BOYS-FEDERAÇÃO AMAPAENSE DE
DANÇA DE RUA ORIGINAL e atual Conselheiro Estadual de Cultura/
Segmento-dança. Para a cultura Hip Hop o dia 13 de maio é bastante
significativo e “Desde já a FADRO B.BOYS informa que esta luta não
cabe apenas ao Hip Hop, mas a todos aqueles – pessoas físicas e
jurídicas, simpatizantes, artistas, hip-hoppers, instituições religiosas,
ONGs e representações em geral do 3º setor – , que, de algum modo,
acreditam e apóiam o Hip-Hop como Movimento Cultural essencial no
resgate da auto-estima da juventude pobre das periferias, por meio de
suas ações humanitárias.”Estarão presentes no encontro, as seguintes
lidernças; b.boy Kiki e Valdez liderando o Power Stye do Oiapoque,
bboy JHony Machado presidente do Crazy B.boys Crew, Joge Junior
presidente do grupo Red B.boys, Worlem presidente do Grupo Star
Break, Sidarta Amorim presidente do grupo Facção B.boys, Welliton
Monteiro “bboy Tom Presidente do grupo Estilo BreaK”, B.boy
Joendeson presidente do grupo Porto Break, Mc deca o Walderi Texeira
presidente do Jari B.boys, bboy Carlos presidente do Fantasma do
dance (município do Jari), Josiel Ramos presidente do grupo Mec
Loucos, Jaqueline do grupo Garotas do break, Jose lidivan presidente
do Movimento Hip Hop do Estado do Amapá, Renilson Costa presidente
do Afro B.boys, Aldenice do Carmo presidente do grupo As B.girls,
esses foram os grupos que já marcaram presença no encontro, alem de
contar com a presença do Raper Linha Dura do Mato Grosso e B.boy
Bruninho de São Paulo.
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS/CNPJ Nº 08.335.756/0001-01
Rua Leopoldo Queiroz Teixeira, 2412 – Buritizal/68904-020 - Macapá – Ap.
(96) 91191130 Guinho
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS
“ARTE, CULTURA, LAZER, COOPERAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL”
PROGRAMAÇÃO:
6º Encontro Estadual da Cultura Hip Hop
Apresenta: 13 de maio (Hip Hop contra o racismo).
1ºPainel 10h: Hip Hop contra o racismo.
Palestrante: Guinho bboy
11h Leitura e aprovação das propostas do 5º encontro estadual de Hip
Hop realizado em 2010.
12h almoço
2º painel 14h: direitos humanos e igualdade
16h batalha de b.boys
22h encerramento.
CONTATO:91191130 GUINHO BBOY
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS/CNPJ Nº 08.335.756/0001-01
Rua Leopoldo Queiroz Teixeira, 2412 – Buritizal/68904-020 - Macapá – Ap.
(96) 91191130 Guinho
maio 06, 2012
Vida no Mato Conexões Contemporâneas
Por Lígia da Silva Viana
A Instituição Favelativa localizada na Capital de Mato Grosso, tem em seus anseios a luta pela qualidade de vida para todas e todos, e tem em seu cotidiano atividades voltadas à educação cultural, politização e a valorização dos seres humanos. E dentre as problemáticas da sociedade existentes sempre busca fazer o seu papel de debater, orientar, e defender juntamente com a comunidade as necessidades sociais. Um dos temas mais discutidos na última era é a preservação do ambiente, seja ele urbana ou rural, os índices de degradação ambiental é algo pertinente no cenário atual da globalização.
Por acreditar na transversalidade da Cultura, criou-se o Projeto Vida no Mato – Conexões Contemporâneas, em parceira com a Funarte e a universidade Federal de Roraima para uma reflexão sobre a temática através da arte. As ações se darão com o intercâmbio de artistas e produtores de Mato Grosso e Roraima, com objetivo de formar e qualificar novos artistas, a difusão artística, e a conscientização da importância da prevenção do ambiente que se vive, a intenção é gerar novos conhecimentos, mas ao mesmo tempo construir sobre as experiências adquiridas a preservação ambiental, além da disseminação das artes visuais.
Essa tendência da ARTE que se utiliza a linguagem da instalação e de intervenções artísticas para sensibilizar sobre questões pertinentes no nosso cotidiano, é inovadora, o homem é em sua essência um ser que cria e estabelece relações diversas, as obras de artes são partes de uma singularidade e refletem os aspectos da vida em sociedade.
Artistas renomados como Gervane de Paula, Lucrécia Dilda, e Renato Jose Costa, e também produtores Culturais como Lígia Viana, Adnilson da Silva, Anderson Paiva, dos movimentos sociais, juntamente com alunos da Universidade Federal de Roraima, mais o público periférico de Boa Vista irão vivenciar e sentir esse momento para disseminar através artes contemporâneas, em favor de um bem comum que é a valorização e preservação do meio ambiente.
PROGRAMAÇÃO
14/05 (segunda-feira)
9:00-12:00 Realização das oficinas na UFRR: Gervane de Paula, Lucrécia Dilda e Renato José Costa;
14:00-18:00 Realização das oficinas na UFRR: Gervane de Paula, Lucrécia Dilda e Renato José Costa;
15/05 (terça-feira)
09:00-12:00 Palestra dos artistas no Bairro Pintolândia no Ponto de Cultura;
14:00-17:00 Montagem da instalação da obra “Que merda é essa só tem soja” Gervane de Paula, na Galeria do Centro Multicultural da Orla;
18:00-21:00 Abertura a visitação à instalação “Que merda nessa casa só tem soja” de Gervane de Paula, na Galeria do Centro Multicultural da Orla;
16/05 (quarta-feira)
09:00-12:00 Palestra dos artistas no Bairro Nova Cidade no Ponto de Cultura;
18:00-20:00 Roda de Conversa com o Fórum Permanente de Cultura de Roraima;
17/05 (quinta-feira)
09:00-12:00 Instalação da obra “árvores abatidas” de Gervane de Paula, no Jardim do Centro Multicultural da Orla, Intervenção urbana dos artistas Lucrécia Dilda e Renato José Costa, na Praça do Centro Multicultural da Orla;
12:00-13:00 Abertura a visitação à instalação “árvores abatidas” de Gervane de Paula, no Jardim Galeria do Centro Multicultural da Orla;
12:00-13:00 Abertura a visitação à Intervenção urbana dos artistas Lucrécia Dilda e Renato José Costa, na Praça do Centro Multicultural da Orla
14:00-17:00 Palestra dos artistas no Bairro Caranã, no Centro Cultural;
20:00-22:00 Mesa Redonda “Conexões Criativas – Arte no Eixo Norte-Centro, no Auditório Ciclo Básico I da UFRR, com artistas locais;
março 08, 2012
março 05, 2012

APRESENTAÇÃO
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional da Juventude, o Ministério da Saúde e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, lança o Edital Prêmio Agente jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais. Parte-se do princípio que o acesso à cultura é um direito essencial de todos e que a garantia dos direitos humanos está relacionada à democracia cultural, à pluralidade de práticas cotidianas de interações sociais e à processos de formação de grupos e identidades. Neste entendimento, a produção cultural e simbólica dos jovens pode conformar novos quadros de valores éticos para a sociedade.
Serão 500 prêmios concedidos a iniciativas culturais já realizadas e concluídas, propostas por jovens agentes culturais, no valor bruto de 9 mil reais, pagos para cada iniciativa contemplada, em parcela única.
CATEGORIAS
Os prêmios serão divididos nas seguintes quantidades e categorias:
Sua iniciativa foi reconhecida na comunidade? Participe! Sua ação cultural pode ser inscrita em uma das seguintes categorias:
- Comunicação, articulação e mobilização
cultural;
- Cultura e tecnologia;
- Pesquisa, acervo e diálogos intergeracionais
no campo da cultura;
- Formação cultural;
- Produção e expressão artística e cultural;
- Intercâmbios e encontros culturais;
- Cultura e sustentabilidade.
Você, jovem, que registra uma manifestação popular, valoriza os idosos da sua comunidade, divulga seu olhar através de uma expressão artística, pode participar! Inscreva-se!
Poderão concorrer aos prêmios pessoas físicas que, no ato de inscrição, comprovem se enquadrar na faixa etária entre 15 e 29 anos, brasileiros natos ou naturalizados e jovens estrangeiros residentes no país há mais de três anos.
Os jovens de 15 a 17 anos de idade deverão indicar um representante legal maior de 18 anos para receber os recursos, caso venha a ser selecionado.
Atenção!
Cada candidato poderá apresentar somente uma iniciativa cultural para a seleção, sendo inabilitado aquele que apresentar duas ou mais iniciativas e aquele que não se enquadrar na faixa etária estabelecida.
Fique de olho! Entre no site!
As inscrições serão realizadas entre os dias 15 de dezembro de 2011 e 31 de janeiro de 2012, pelos seguintes meios:
I. Preferencialmente pela internet, com preenchimento dos formulários de inscrição através do Sistema de Inscrição disponível no sítio cultura.gov.br até as 23h59 do dia 31 de janeiro de 2012.
II. Pelos correios. A documentação deverá ser enviada via AR – Aviso de Recebimento ou Sedex, fazendo constar no campo “Destinatário” o endereço:
Organize-se! Você precisa enviar obrigatoriamente os seguintes documentos:
a) Uma cópia do Formulário para Inscrição respondido, digitado, datilografado ou escrito a mão, com letra legível;
b) Declarações constantes dos Anexos 2 e 3 do Edital de Seleção Pública nº 11 - dezembro de 2011/2012;
c) Cópia simples do documento de identidade com a data de nascimento legível,
d) Material que comprove a realização da iniciativa cultural pelo candidato, tais como: cartazes, folders, matérias de jornal, sítios da internet ou material audiovisual (DVDs, CDs, fotografias, etc.).
Este prêmio é parte dos programas Cultura Viva e Brasil Plural, da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, e respeita os princípios da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Unesco em outubro de 2005. Leva em consideração as recomendações do Plano Nacional de Cultura de 2010, as resoluções da 1ª Conferência Nacional de Juventude e as indicações do documento “Reflexões Sobre a Política Nacional de Juventude 2003-2010”, publicado pelo Conselho Nacional de Juventude em 2011.
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