outubro 15, 2009
Câmara aprova Vale-Cultura; benefício atende de estagiários a aposentados
BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o texto-base do projeto que cria o Vale-Cultura. O benefício mensal terá valor de R$ 50 e será pago a funcionários que recebem até cinco salários mínimos. Além de trabalhadores formais, o plenário estendeu o benefício a estagiários, servidores públicos e aposentados. O projeto faz parte do Programa de Cultura do Trabalhador.
outubro 10, 2009
Favelativa inaugura biblioteca comunitaria no Jardim Vitória

Moradores do bairro Jardim Vitória comemoram mais uma importante conquista que irá unir arte e literatura além de diversas oficinas em apoio e incentivo ao hábito da leitura. Trata-se da inauguração da Biblioteca Literativa, logo mais, com direito a oficina de literatura, lançamento do livro Fervo da Terra, de Deborah Goldemberge e um dia inteiro de ações. A inicativa é asianda pelo movimento Favelativa, que desenvlve um importante papael social na comunidade. A biblioteca fica ao lado da Associação de Moradores e passa a funcionar como mais novo Centro Cultural do bairro e região. O espçao de leitura é mais uma ação do Projeto Literativa que envolve cinco diferentes ações de promoção do livro e da leitura, juntamente à comunidade. Semanalmente, o Carrinho do Saber leva livros de casa em casa, mantendo contato direto com os moradores, agendando visitas e atendendo as escolas do bairro. Além dessa pequena biblioteca sobre rodas, durante um mês geralmente nos finais de ano, é desenvolvida a Gincana do Saber como extensão do Literativa, ação que compreende entre outrras ações, em um concurso de redação e palestras nas escolas. A partir de agora com local e estrutura fixa capaz de beneficiar um número ainda maior de moradores, o projeto vai oferecer oficinas culturais e encontros com a comunidade através da Hora do Conto, do Conte sua História e do Sarau Literativa, propostas de ampliação pós surgimento da Biblioteca no bairro que vai funcionar de segunda à sexta-feira. Ainda, uma ou duas vezes por semana serão desenvolvidas oficinas de redação e interpretação de texto, para crianças, adolescentes e jovens. Um dos fundadores do Favelativa, DJ Taba pontua que a literatura é uma ferramenta do conhecimento e que só com ela será possível alcançar os objetivos do movimento. "Como a gente sabe por experiência própria, é fundamental mostrar a importância da leitura entre os moradores de locais periféricos onde tudo é mais difícil. Desta forma vamos aliar as oficinas de leitura a todas as atividades artísticas e culturais que desenvolvemos junto a eles". Após essa vitória de conquista do Ponto de Leitura junto ao MinC (Ministério da Cultura), eles esperam que este sonho, que se tornou realidade, possa dar oportunidades de evolução ""a comunidade do Jardim Vitória e região. A inauguração da biblioteca, diz Lígia Viana, também integrante do Favelativa, é fruto do esforço não só dos coordenadores do projeto mas de toda a comunidade, pelo empenho e esforço. "Esta biblioteca vem como presente por uma luta cotidiana em prol do acesso e das melhorias para o bairro". Quando iniciou o movimento há dois anos, o Favelativa tinha um sonho de criar e proporcionar um espaço através da ação cultural negra, voltada ao público jovem, primeiramente através de oficinas de Hip Hop e suas vertentes como dança de rua (break,), DJ (música), arte gráfica (grafitti), e o basquete de rua, agregando também o malabares. Foram a luta e começaram a mudar a vida de muitas crianças, jovens e suas famílias. Só que este sonho não parou por aé, a biblioteca á apenas mais um passo desses agentes sociais. Serviço: Inauguração da Biblioteca Literativa, bairro Jardim Vitória (Avenida B, snº ao lado da Associação de Moradores), a aprtirndas 18 horas.
http://www.gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=239713&codcaderno=17&GED=6535&GEDDATA=2009-10-09&UGID=b6473d9c7af42ea53016b41256003bb8
Fonte: Gazeta Digital
Movimento Hip Hop do Estado do Amapá comemora o Dia Mundial do Hip Hop

em Audiência Pública na Assembléia Legislativa
A 1ª edição da grande festa da Cultura Hip Hop Amapaense acontece de
12 a 16 de novembro. É o Papo de Roda que, neste ano, será
patrocinado pelo Governo do Estado do Amapá através da SEAFRO-
Secretaria Extraordinaria de de Políticas públicas para Afro
Descendentes.
O evento comemora o Dia Mundial e Estadual do Hip Hop, 12 de novembro,
data de aniversário da criação do próprio Hip Hip (1974).
Vale lembrar que Nova York, em especial o bairro do Bronx, nessa época
eram assolados por guerras de gangues juvenis. E o MC/DJ África
Bambaataa, com seus apoiadores reuniam os jovens para, em vez de se
matar, realizar suas batalhas através da dança. Uma dança de rua
pacificadora, geradora de harmonia, com suas mensagens cantadas
através dos poemas ritmados do Rap e impressas nas artes dos
grafittis. Assim nasceu uma cultura que hoje está cada vez mais viva,
principalmente nas perifeiras das grandes cidades do mundo todo.
No Brasil, essa cultura chegou na década de 80 e, mesmo sem apoio da
grande mídia comercial, conquistou corações de mentes da juventude. No
Amapá ela contou, com o apoio da administração pública e, assim, foi
criado vários eventos e campeonatos de b.boys, como Dança de Rua nas
Escolas, Hip Hop Sem Fronteiras, Hip Hop no Meio do Mundo e outros ,
mas só isso não foi suficiente, precisamos criar a Casa do Hip Hop,
um pólo de irradiação dessa energia. Hoje há casas de Hip Hop em
várias cidades e estados do nosso País.
É isto que vamos comemorar. Uma festa da paz, da harmonia e da
consciência juvenil. Um mix de atividades e manifestações artísticas,
com base nos quatro elementos dessa cultura: Rap, Discotecagem, Dança
de Rua e Grafite. Haverá batalhas de B. Boys e B.Girls, competições de
MCs, em free styles, e mostra de Grafite, além de shows e performances
de alguns dos mais expressivos grupos e artistas do cenário Hip Hop
brasileiro do momento.
Junto a essas atividades artísticas, a Cia Macapá Break dedica um
espaço e tempo ao Projeto Papo de Roda, com oficinas culturais e
workshops relacionados a juventude negra, como grafite, breaking,
percussão de marabaixo, capoeira além das discussões com o tema:
negritude, drogas e violência. Haverá também uma feira cultural que
oferecerá ao público artigos voltada às linguagens da Cultura Hip Hop
em frente à Casa do Artesão. Os eventos acontecem na UNA, União dos
Negros do Amapá e na Escola Estadual Azevedo Costa e em espaços
públicos da cidade.
ABERTURA DO FESTIVAL HIP HOP NO MEIO DO MUNDO 2009
Antecedendo a abertura oficial da Semana da Consciência Negra,
acontece uma audiência Pública na Assembléia Legislativa do Estado do
Amapá no dia 12/11/2009, a apresentação dos trabalhos, desenvolvido
pelas instituições do movimento, com o objetivo de resgatar e
valorizar a cultura afro-brasileira.
A abertura oficial do Festival Semana Hip Hop no Meio do Mundo
acontece, no mesmo dia, no Centro Arco-íres no Bairro Santa Inês, das
19 hs às 23 hs, participação de artistas e outros integrantes do
movimento Hip Hop, autoridades e simpatizantes da cultura de rua. A
animação estará por conta do b.boy Guinho, com a discoteagem do DJ
Luciano Milagre e shows com a participação de rap local, performance
de grafite de Claudio Santos, e apresentações de dança de Rua de
Santana e Macapá. O evento é gratuito.
Informações 91191130 guinho bboy produtor cultural e articulador do
Mov. Hip Hop do Norte e Nordeste de Hip hop
macapabreakap@gmail.com
msn - macapabreak_ap@hotmail.com
FEIRA DO LIVRO INDÍGENA DE MATO GROSSO

Livros ganham o Centro Histórico de Cuiabá nesta semana
Por NAINE TERENA
Cerca de 30 escritores e ilustradores, 27 estandes distribuídos entre livrarias e editoras, duas exposições e muitos livros. Esta é uma pequena amostra do que a Feira do Livro Indígena de Mato Grosso (FLIMT) levará a partir da próxima terça-feira (06) ao Centro Histórico de Cuiabá.
Ocupando a Praça da República e o fundo do Palácio da Instrução, a FLIMT já chama a atenção da população com sua infraestrutura que abrigará a cultura indígena e a sua diversidade. Representantes de diferentes etnias indígenas de todo o país mostrarão um pouco mais da produção literária feita pelos próprios índios. Socializando a informação autores não indígenas também estarão presentes com publicações nos mais diferentes gêneros literários, mostrando o que vem sendo produzido nos últimos anos em todo o país. Livros acadêmicos, infantis, infanto-juvenis e adultos serão apresentados e comercializados. A Feira do Livro Indígena é um espaço aberto ao público que terá a oportunidade de entrar em contato com o mundo da leitura.
A parte indígena levará para a praça além da escrita, a oralidade, típica dos povos indígenas. Contação de histórias, pinturas corporais, saraus, shows e palestras engrandecerão esse espaço múltiplo de conhecimento. Estudantes, professores e todos aqueles que por algum motivo estiverem transitando no centro de Cuiabá, poderão gratuitamente visitar os espaços dedicados ao livro e à leitura.
Exposições como a dos bancos dos povos Xinguanos e outra em homenagem ao Marechal Candido Rondon, levarão um pouco da história e do cotidiano multifacetado do país. O contexto indígena que para muitos parecia distante da população agora se aproxima com o prazeroso auxilio dos livros.
Pelo agendamento escolar as crianças estarão em contato com o que a cultura brasileira tem a oferecer: livros, leitura e diversidade. Para brindar esse evento histórico, na manhã da terça-feira (06.10), lideranças espirituais indígenas abrirão a FLIMT com uma cerimônia espiritual voltada ao agradecimento à natureza e à sobrevivência da humanidade, assim como um pedido de proteção para o evento, que congrega a sabedoria milenar dos povos indígenas presentes, respeitando sempre a diversidade. Durante a noite a Orquestra do Estado realizará um concerto que marcará oficialmente a abertura da Feira que já é um grande espaço que difundirá o prazer de ler.
Serviço:
A Feira do Livro indígena de Mato Grosso será ralizada de 6 a 10 de outubro no Centro Histórico de Cuiabá, sempre das 8h30 às 20h. As escolas interessadas poderão participar levando grupos de alunos. Obras literárias serão comercializadas durante toda a FLIMT.
A programação pode ser acessada pelo endereço http://www.cultura.mt.gov.br/TNX/conteudo.php?cid=2989&sid=54
setembro 30, 2009
Frente do Hip Hop inicia mapeamento nacional

O objetivo é obter dados qualificados em torno dos agentes que atuam com hip hop no país
Diversos grupos que atuam com o Hip Hop dão início a um mapeamento que visa obter dados reais e atualizados sobre as dimensões desta expressão cultural no país. Estão envolvidas na ação todas as regiões brasileiras, através de grupos e agentes que atuam com o rap, break e grafite. O mapeamento visa a utilidade pública, sendo um instrumento para facilitar a conexão dos agentes do hip hop pelo país.
“Hoje o hip hop é uma das maiores expressões culturais ligada às periferias, são muitos os agentes que atuam em diversos municípios, entretanto esses agentes ainda não se conectam efetivamente. A proposta com o mapeamento é impulsionar as ações locais através do fortalecimento nacional, facilitar a captação de recursos, otimizar a comunicação, trabalhar a qualificação dos grupos e criar uma rede de circulação dos artistas” comenta Linha Dura, de Mato Grosso, um dos responsáveis pelo mapeamento.
A proposta é inspirada em iniciativas de sucesso que estão acontecendo pelo país, como o Circuito Fora do Eixo, onde a rede já conseguiu alcançar todos os objetivos listados. “Temos muitos grupos de rap no país, mas eles ainda têm muita dificuldade em circular, não são muitos os eventos e festivais de rap, e acaba que eles possuem uma atuação muito localizada. Enquanto isso observamos a cena de música independente, que passou pelas mesmas dificuldades que nós e hoje conseguem colher os resultados da organização ” completa Kakko, produtor cultural de Minas Gerais.
O que pauta a iniciativa é a transformação que a produção artística teve nos últimos anos, principalmente provocada pela popularização da internet. “Hoje muitos moradores de favelas possuem acesso a internet, seja na casa, no trabalho ou mesmo nas lan houses que pipocam pelas periferias brasileiras” enfatiza Galdino, rapper do Rio de Janeiro. A ação busca utilizar essa realidade a favor da produção do hip hop, fazer com que os artistas não esperem ser encontrados por um grande empresário, mas que existam condições para que eles se movam com suas próprias pernas, auxiliando-se mutuamente através de uma rede de trabalho colaborativo.
Os agentes do hip hop, seja do break, grafite ou do break, ou mesmo que atuam com a produção musical, cultural, eventos e comunicação do hip hop podem preencher o mapeamento através do formulário disponibilizado neste link.
Frente Brasileira do Hip Hop
www.frentehiphop.wordpress.com
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