setembro 13, 2011

Moradores do distrito de Bonsucesso no Mato Grosso serão beneficiados com Estação Digital



A Escola Municipal Profª. Maria Barbosa Martins será agraciada com a implantação da primeira Estação Digital, cerca de 300 alunos e 1800 moradores do distrito de Bonsucesso serão beneficiados com os serviços que incluiu 17 computadores conectados à internet banda larga. A unidade foi beneficiada graças a uma parceria entre a escola, Cooperativa Curimbatá e a Fundação Banco do Brasil, com o aval da Secretaria Municipal de Educação.

Será disponibilizado todo o suporte técnico para qualificação e pesquisa. As Estações Digitais são espaços com computadores conectados à internet banda larga. Possui também, um scanner, data show, webcam, fones de ouvido para deficientes visuais. Todos esses equipamentos têm como objetivo facilitar o acesso da população às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC).

“A Estação Digital, é um lugar público para as pessoas aprenderem a usar o computador, acessar a internet e seus diversos serviços e facilidades disponíveis. As principais atividades oferecidas pela Estação Digital são os cursos de informática e oficinas especializadas. Os estudantes e moradores de Bonsucesso terão os serviços da Estação garantidos sem nenhum custo. A Estação terá um técnico para auxiliar as pessoas na pesquisa e cursos”, disse José Wilson Tavares, diretor da Escola.

PROGRAMA ESTAÇÃO DIGITAL – A Fundação Banco do Brasil – Sempre com o apoio de um parceiro local, sendo a maioria organizações não governamentais, desde 2004, a iniciativa busca aproximar o computador da vida de estudantes, donas-de-casa, trabalhadores, populações tradicionais e cooperativas, economizando tempo e dinheiro, criando novas perspectivas e melhorando a qualidade de vida da população. Já são 243 unidades em funcionamento pelo Brasil. Cerca de 56% das unidades estão localizadas na região Nordeste, 16% no Centro-Oeste, 15% no sudeste, 11% no norte e 2% no sul, com a capacidade para atender de 500 a 1.000 pessoas por mês, e integradas a arranjos produtivos locais.

setembro 06, 2011

Advogado da Pastoral da Terra diz como é trabalhar ameaçado de morte


Após de receber ‘recados’ de que irá morrer, João Batista passou a tentar ‘não despertar ‘odio’ de grileiros e madeireiros: ‘Meus antecessores foram mortos’Flávia Salme, iG Rio de Janeiro | 31/08/2011 07:00enviar por e-mail Advogado da Pastoral da Terra diz como é trabalhar ameaçado de morte Após de receber ‘recados’ de que irá morrer, João Batista passou a tentar ‘não despertar ‘odio’ de grileiros e madeireiros: ‘Meus antecessores foram mortos’ Foto: Divulgação/ Comissão Pastoral da Terra O advogado João Batista em audiência com a ministra Maria do Rosário, da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Encontro realizada em maio sobre a violência no campo “Não tenho seguranças, nunca solicitei. Mas não posso ignorar o que aconteceu com meus antecessores. Eles foram mortos”, responde o advogado João Batista Afonso, de 47 anos, coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Pará, sobre os riscos de defender ribeirinhos, posseiros e extrativistas na Amazônia. Perguntado se está lista das pessoas marcadas para morrer, tergiversa: “Não recebi ameaça direta, só recados. Mas não posso andar em qualquer lugar, ter uma vida normal. Procuro fazer trabalhos coletivos com movimentos sociais e não despertar o ódio direcionado”, comenta sobre suas medidas de segurança.João Batista defendia o casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva, assassinado em uma emboscada em Nova Ipixuna (481 km de Belém) no dia 24 de maio. Três meses depois do crime – que ganhou repercussão internacional –, outras quatro pessoas foram mortas na região. Na quinta-feira (25), o agricultor e sindicalista Valdemar Barbosa de Oliveira, 54 anos, conhecido por Piauí, foi assassinado a tiros na periferia de Marabá. Três meses depois, ninguém foi preso em nenhum dos casos.Desde então, o coordenador da CPT tem percorrido estados brasileiros a fim de chamar a atenção para a impunidade na Amazônia e mobilizar a opinião pública contra alguns pontos nevrálgicos do Código Florestal.No dia 20 de junho, João Batista foi condenado pelo Tribunal Regional Federal de Brasília a 1 ano e 11 meses de prisão por uma ocupação do MST na Superintendência do Incra em Marabá em 1999. Apesar da sentença, poderá cumprir a pena em liberdade.Em nota, a Pastoral da Terra classificou a condenação como “um claro sinal de criminalização de um defensor dos direitos humanos e do povo pobre do campo”. Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais, na época da invasão, Batista não era advogado e estava no local para mediar o conflito como assessor do MST. “Mas foi responsabilizado pelo ato como forma de atrapalhar sua atuação”.Mineiro de Turmalina, região do Vale do Jequitinhonha, o advogado desembarcou no Pará graças à campanha “Terra sem homens para homens sem terra”, promovida pelo regime militar na década de 1970, que arrastou mais de um milhão de pessoas para o Norte sob o apelo de que a Transamazônica promoveria desenvolvimento na região.A seguir, o advogado da Pastoral da Terra conta detalhes da sua atuação na Amazônia.iG: O senhor disse que já recebeu “recados” com ameaças de morte, mas afirmou que não está na lista de pessoas marcadas para morrer. Como funciona essa lista?
João Batista Afonso: Meu nome não está na lista, que é feita assim: as pessoas aparecem nos escritórios da CPT relatando ameaças de morte. A gente colhe o depoimento dessas pessoas e as encaminha para a delegacia mais próxima para que façam o registro policial da queixa. Ao fim de cada ano, a gente organiza o nome dessas pessoas em lista e encaminha para o poder público, pedindo que investiguem as ameaças. Infelizmente, pouco é feito e muitas pessoas acabam mortas. O Zé Claudio e a Maria Espírito Santo foram assassinados sem que as ameaças contra eles fossem investigadas.iG: Quantas pessoas estão marcadas para morrer hoje no Pará?
João Batista Afonso: A gente só fecha a lista em dezembro, portanto, o número que vou dar é de oito meses atrás. Temos 30 pessoas ameaçadas de morte.Foto: Divulgação/ AfroReggae João Batista ao lado da diretora da faculdade de comunicação da UFRJ, Ivana Bentes, durante palestra para estudantes de jornalismo no último dia 17iG: O senhor mencionou que seus antecessores foram mortos. Como sua família lida com os riscos do seu trabalho?
João Batista Afonso: O primeiro advogado da CPT no sul e sudeste do Pará foi o Gabriel Sales Pimenta, assassinado em 1982. O segundo foi Paulo Fonteles, morto em 1987. O João Batista também era advogado, não da Pastoral, mas atuava em defesa dos direitos da população local e foi eleito deputado em seguida. Foi executado em 1988. E o frei Heni des Roziers, que passou a atuar no início da década de 90, há muitos anos vive com proteção policial durante 24 horas. Sou continuidade dessa geração da advocacia popular na região. A minha família realmente não sabe tudo o que acontece comigo. Até porque, se soubesse, faria uma pressão muito maior para que eu não me envolva tanto com essas questões. Como medida preventiva, não moro perto dos meus pais, que são idosos. Eles moram em Conceição do Araguaia, a 500 quilômetros de Marabá.iG: E sua mulher, ela não tem medo?
João Batista Afonso: Ela também é advogada de causas populares. A gente atua junto, felizmente me casei com uma pessoa bastante comprometida. Ela é amazonense, nasceu em Marabá, tem vínculos com a região.iG: Quais são as causas que vocês defendem?
João Batista Afonso: A gente só pega causas possessórias, que são as que envolvem disputa pela posse da terra entre trabalhadores rurais, fazendeiros, pecuaristas e empresas; causas criminais, em que os trabalhadores são vítimas de prisões ou quando os fazendeiros são acusados de alguma morte; além de causas relacionadas ao trabalho escravo. Temos um levantamento que mostra que mais de 30 mil pessoas trabalham em condições escravas na região da Amazônia.iG: Na avaliação do senhor, quem é o maior causador de problema na Amazônia hoje?
João Batista Afonso: A Vale é um dos grandes problemas que nós temos na região. É uma empresa que incorpora esse modelo de desenvolvimento predador de exploração a qualquer custo e sem contrapartida para quem vive no Pará. Para implantar os seus projetos a empresa tem expulsado dezenas de famílias das áreas que ela precisa. Ela é a empresa principal, que tem o poder econômico mais forte e influência política maior, tanto no Estado quanto no Brasil, mas ao lado dela tem outras empresas menores.iG: O senhor, no entanto, afirmou que a exploração mineral não é o único problema na região...
João Batista Afonso: Tem os madeireiros e os pecuaristas também. Hoje o desmatamento avança na Amazônia de forma acelerada. Quando tem uma pressão mais forte, nacional ou internacional, há uma certa queda dessas ações. Mas é temporária, o desmatamento continua em escala bastante avançada na Amazônia, puxado por duas atividades principais: a exploração ilegal da madeira e a criação extensiva do gado.iG: Como o senhor avalia a atuação do Ministério Público e dos órgãos de polícia no Pará?
João Batista Afonso: No Ministério Público estadual muitos promotores sofrem influência desse setor que comanda a economia e a política regional. Isso faz com que seja bastante limitada a atuação de grande parte do órgão, embora tenhamos muitos promotores que exerçam um trabalho importante. O Ministério Público federal tem uma independência maior. Em razão disso, tem um trabalho muito mais destacado, seja no combate à corrupção seja no combate aos crimes ambientais, que são de sua competência.iG: O senhor contou que sua família é muito humilde. Como conseguiu estudar e chegar à faculdade?
João Batista Afonso: Para que eu pudesse estudar, minha mãe procurou um padre lá de Conceição do Araguaia que procurava meninos com vocação para ser padre. Minha mãe achou que eu tinha, embora eu nunca tivesse manifestado esse desejo. Aliás, nem sabia do que se tratava, mas ela me levou para o seminário. Me formei, fiz curso de teologia, porém, não me ordenei. Ao final do curso já tinha clareza de que não queria ser padre, em consequência da realidade da Igreja atualmente e do seu retrocesso nos últimos anos, além da imposição do celibato. Em 1996, depois do massacre de Eldorado dos Carajás, fui convidado para trabalhar na CPT de Marabá e quando cheguei lá entendi que o apoio jurídico era muito importante para os camponeses. Resolvi cursar Direito e passei para a Universidade Federal do Pará.iG: Qual relação do senhor com a Igreja?
João Batista Afonso: Tenho um vínculo com a Igreja Católica, mas não sei se posso me considerar católico. Tenho dificuldades de participar ativamente da vida religiosa na Igreja Católica e em outras igrejas, pelas atitudes que cobram e o enfrentamento que fazem aos problemas sociais. São empecilhos para minha participação. Mas tenho um vínculo, sim, porque trabalho em uma pastoral que é ligada à Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.iG: E sobre o trabalho da Igreja Católica no Pará, que papel ela exerce?
João Batista Afonso: Em algumas regiões, o escritório da CPT é uma referência maior do que alguns órgãos públicos, como o Ministério Público. Em Marabá, por exemplo, muitos trabalhadores que procuram a Polícia Federal ou o Ministério do Trabalho para resolver seus problemas são orientados por esses próprios órgãos a procurarem a CPT, porque a pastoral tem uma capacidade mais rápida de pressão para a solução de problemas. Isso demonstra claramente que o Estado não prioriza a solução de conflitos que envolvem as famílias mais pobres.iG: Como o senhor avalia o governo do PT que ao mesmo tempo em que nomeou Marina Silva ministra do Meio Ambiente adotou uma séria de medidas que atendem a demandas ruralistas?
João Batista Afonso: O governo Lula foi marcado pela contradição. Tentou levar para dentro do Palácio todos os lados envolvidos no conflito e, infelizmente, isso não funciona. Não há como conciliar interesses do agronegócio com a agricultura camponesa familiar; não tem como conciliar interesses da bancada ruralista, do setor da pecuária extensiva com os interesses de famílias sem-terra. Um contradiz o outro. Com Dilma permanece assim. Há a promoção de mudanças pontuais, que têm efeitos muito relativos e temporários, mas, infelizmente, não traz propostas que podem representar mudanças estruturais. O governo não mexeu na questão da concentração da terra, da lógica do desenvolvimento atual, no modelo de apropriação das riquezas existentes no País, e continua tendo todo esse conjunto de riquezas sendo apropriadas de forma muito colonial, ou seja, a gente continua no papel de fornecedor de matéria-prima para o restante do mundo.

agosto 31, 2011

MAIS DE 70 ALUNOS SÃO ATENDIDOS EM CURSOS PROFISSIONALIZANTES NO FAVELATIVA EM PARCERIA COM O SENAI MT


Visando atender com qualidade às demandas comunitárias, o Favelativa procura a parceria com o SENAI-MT ampliando assim o teu campo de atuação na comunidade do Bairro jd. vitória e região.

Ciente de seu papel social, o FAVELATIVA e SENAI - MT desenvolve projetos de qualificação profissional, que visam contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e à ampliação da oferta de oportunidades de trabalho e desenvolvimento. Dessa maneira, as Instituições vem contribuindo para as comunidades da região norte menos favorecidas como idosos, jovens em situação de risco social, trabalhadores excluídos da vida produtiva e candidatos ao primeiro emprego, com o projeto tenham sua chances de se melhor qualificar e com isto serem ingresso ou reingresso no mercado de trabalho.

Já formarão no Favelativa três turmas, somando assim o total de 70 alunos entre o curso de pintura de parede, pintura de decoração, e pedreiro.

agosto 30, 2011

Alunos do Centro Cultural favelativa participam de palestras com CVV ( Centro de Valorização de Vida )



Uma das mais antigas e maiores entidades sem fins lucrativos e com atuação essencialmente voluntária, o CVV faz história nesses 49 anos de existência e quer continuar a ajudar as pessoas e fazer a diferença nas próximas décadas.
Com isto o CVV traz para alunos dos projetos realizados no Centro Cultural Favelativa palestras que Valorizar a vida, contribuindo para que as pessoas tenham uma vida mais plena e saudável.



A primeira palestra aconteceu na ultima segunda feira dia 29/08 com alunos de break (dança de rua) e alunos do projeto Brasil Alfabetizado, cerca de 30 alunos entre crianças e idosos estiveram atentos a palestra.
Assuntos como álcool e drogas, saúde mental, sexualidade, angustia e tristeza assim como a confiança na tendência construtiva da natureza humana, foram abordados com muita propriedade pelo grupo de voluntárias de CVV.

Conheça mais sobro CVV- www.cvv.org.br

Governo se compromete a discutir reforma da lei das rádios comunitárias



29/08/2011
Da Abraço, publicado em 27/08

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) foi fundada há 15 anos, no dia 25 de agosto. Em Brasília, o destaque das atividades que marcou a data foi a reunião entre o secretário Executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, e membros da coordenação Nacional da Abraço.

De acordo com José Sóter, coordenador executivo da Abraço Nacional, o principal resultado do encontro foi o compromisso assumido pelo MiniCom em discutir propostas para reformular a Lei 9.612/98. Para isso, usará como referência as reivindicações enviadas pela Abraço ao MiniCom no dia 7 de fevereiro de 2011, bem como o acordo firmado pela Abraço e Governo Federal.

Outro compromisso assumido pelo representante do MiniCom foi o de cobrar rapidez na tramitação do PL que anistia os militantes de rádios comunitárias processados pelo exercício do direito à comunicação. Atualmente, o projeto está “estacionado” na Comissão de Constituição e Justiça do Câmara dos Deputados.

Dentro de 30 dias será feita uma avaliação do decreto que regulamenta a Lei 9.612, podendo contemplar as reivindicações das rádios comunitárias.

MiniCom pedirá para a Anatel cancelar Ato 4.100, o AI 5 das Rádios Comunitária. Durante a ditadura militar brasileira, foi publicado o Ato Institucional Nº 5 (chamado de AI 5). Ele dava poder supremo ao presidente da república e também suspendia direitos elementares dos cidadãos.

No dia 15 de junho de 2011, a Anatel publicou o Ato 4.100 que simplesmente impede a sintonia de 375 rádios comunitárias por aparelhos de rádio produzidos no país (83 delas são no Rio Grande do Sul). Pode-se dizer que é o AI 5 das Rádios Comunitárias. Esse ato obrigava que emissoras outorgadas transferissem sua sintonia para canais abaixo do 88 FM, ou seja, fora da sintonia de qualquer aparelho de rádio. Diante desse absurdo, o Ministério das Comunicações admitiu que fará contato com o órgão fiscalizador para rever a medida.

agosto 26, 2011

MOSTRA ITINERANTE FOR RAINBOW



Em 2011 a MOSTRA ITINERANTE do IV FOR RAINBOW – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, acontecerá em 150 cineclubes, selecionados através de um edital, de todo o Brasil, com filmes premiados e outros títulos exibidos nesta edição do festival. Cuiabá faz parte deste Circuito Itinerante através do Instituto Cultural América com parceria da Zum Zum Bar Disco e do movimento LGBT da nossa capital.A Mostra Itinerante do IV For Rainbow é realizada em parceria com o Conselho Nacional de Cineclubes, dentro do programa “Mostra Cá que Eu Mostro Lá".Durante a exibição dos filmes realizaremos a produção de um vídeo de 05 minutos que terá como tema o combate a Homofobia que representará Mato Grosso na Mostra.Na sexta 26 de agosto, após a Mostra For Rainbow que é Gratuita que rola das 21hs às 23hs, a casa abre com bilheteria sendo R$10,00 até meia noite e R$ 15,00 após meia noite.
Na programação teremos DJ Charles Piter com House Music na pista Principal e na Pista Lounge Som Pop Rock MIX.
Rola também as 02h30 os shows tradicionais da Casa com performance de Drags e bailarinos.
Os convidados da Mostra For Rainbow que prestigiarem o evento terão acesso FREE para curtir a BALADA ZUMZUM.

PROGRAMAÇÃOBrincos de estrelasDireção: Marcela Bertoletti - Rio de Janeiro/ RJ
Brincos de Estrela conta a história da descoberta do amor entre duas amigas. O curta vai explorando os medos e receios dessa personagem à medida que seus sentimentos vão tomando conta da sua vida.Depois de tudo
Direção: Rafael Saar - Niterói/RJ
Depois do Adeus, veio a espera. Depois da espera, veio o retorno. Depois de tudo, eles desejam estar juntos e um dia é suficiente para esperar o seguinte. E agora Luke
Direção: Alan Nóbrega - Rio de Janeiro/RJ
Luke é um rapaz que está iniciando a sua vida adulta e é obrigado a se defrontar com os seus valores religiosos, morais, sociais, após um segredo seu ser descoberto.Ensaio de cinema
Direção: Allan Ribeiro - Rio de Janeiro/RJ
Ele dizia que o filme começava com uma câmera muito suave, com um zoom muito delicado e avançada em busca de Bardot. Eu não quero voltar sozinho
Direção: Daniel Ribeiro - São Paulo/SP
A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de uma novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel. Felizes para sempre
Direção: Ricky Mastro - São Paulo/SP
Felizes para Sempre faz parte do projeto "Fuking Diferent São Paulo". Essa era a ideia inicial do projeto "achar um casal gay que estivesse junto há décadas" e foi assim que selecionamos as nossas candidatas: através do site e entrevistas com o diretor Ricky Mastro e assistentes de direção Lilian Baldo e Rodrigo Dorado.GLOSSário
Direção: Fabinho Vieira - Fortaleza/CE
Duas travestis, com todo seu carisma e encanto, revelam os significados dos termos e gírias próprios que já caíram no gosto popular. Homofobia, lesbofobia e transfobia
Direção: Felipe Fernandes - Brasília/DF
O vídeo busca refletir sobre as categorias usadas por ativistas lésbicas e travestis para se falar das violências contra suas identidades. Trazendo vozes sobre os usos dessas categorias, esquadrinha algumas aproximações e distâncias entre a pauta específica destas em relação ao "segmento" como um todo. Mostra situações em que o "ser lésbica" e o "ser travesti" produziram particularidades no que tange a discriminação e a violência. Sem Purpurina - Realidade LGBT Na Baixada Santista
Direção: Fernanda Balbino, Lara Finochio, Lívia Carvalho e Xenda Amici - Santos/SP
O documentário mostra os sonhos, as alegrias, os dramas e a luta contra o preconceito sob a visão da comunidade GLBTT e especialistas.On my Own
Direção: Yuri Yamamoto - Fortaleza/CE
Um garoto numa eterna busca: a procura de sua identidade, de forças para ser quem é, de alguém para apoiá-lo. Dúvidas e certezas, dois opostos tão naturais nessa idade. · Informações no site: WWW.forrainbow.com.brZumzum Bar Disco: Rua Presidente Castelo Branco, 291
Bairro Quilombo - Próximo a VIVO Celular da Getúlio Vargas.

Telefone para informações: 3623.6020
O QUE: MOSTRA ITINERANTE FOR RAINBOWONDE: ZUM ZUM BAR DISCOQUANDO: 26 DE AGOSTO ÀS 21HPRODUÇÃO: INSTITUTO CULTURAL AMÉRICA * ENTRADA GRATUITA

agosto 13, 2011

EM TEMPO, O GRITO.



EM TEMPO, O GRITO.
Gritamos pela natureza,
E ela somos todos nós.
Gritamos pela vida na Terra,
Gaia Mãe, Pachamama querida
Com a qual unimos nossa voz.
Pela vida grita a Terra
Por direito todos nós.
Gritamos por boa comida,
Sem veneno, sem transgenia.
Gritamos por pão produzido,
Pelas mãos camponesas livres
Que são a base desta economia.
Pela vida grita a Terra
Por direito todos nós.
Também gritamos por boa cidade,
Pelo real direito de ir e vir.
Com transporte bom e coletivo,
E não por carros egoístas
Pela boa moradia, para viver e sonhar ao dormir.
Pela vida grita a Terra
Por direito todos nós.
Por direito a vida gritamos,
E gritamos como humanidade,
Na aldeia, campo, cidade e pelos rios afora
Bem Viver para todos e para Sempre sem demora.
Pela vida grita a Terra
Por direito todos nós.
Gritamos pelo direito à terra e da Terra
Sem capitalismos e seus efeitos
Longe de qualquer aquecimento
Distante de REDDs perversos
Mudanças concretas queremos.
Pela vida grita a Terra
Por direito todos nós.
Mas o grito deve ser global,
De Abya Yala vem o primeiro.
Construindo o mundo novo
A partir deste que nunca foi terceiro.
Recriando um ambiente de vida para todos nós,
E para o mundo inteiro.
Gilberto Vieira - Giba
CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO
CIMI - REGIONAL MATO GROSSO