junho 15, 2012
junho 11, 2012
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maio 08, 2012
6º ENCONTRO ESTADUAL DA CULTURA HIP HOP DO AMAPÁ
“ARTE, CULTURA, LAZER, COOPERAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL”
Realise
Movimento Hip Hop do Estado do Amapá, se organiza para o 6º
Encontro Estadual da Cultura Hip Hop, e traz como tema: Hip Hop
Contra o Racismo, a programação será realizado no dia 13 de maio no
Centro de Convenções, por se tratar de uma data especial para o
movimento negro, pois o Brasil, foi o ultimo país a abolir a escravidão
nas Américas, aquele que explorou aproximadamente 4 dos 10 milhões
de africanas e africanos que foram trazidos para exercer trabalho
escravo desse lado do Atlântico, possui hoje o maior número de
população negra fora do continente africano. Estamos aqui para falar de
negras e negros como sujeitos políticos no período da escravidão. Todo
mundo sabe que no Brasil existiu mais de três séculos de exploração,
violência e desumanização das(os) não brancas(os) pela colonização
européia, mas o que a história não conta é que as(os) negras(os)
também eram agentes frente às formas de opressão, que não
eram “coisa”, e sim “ser” diante do sistema escravocrata diz Guinho
Presidente da FADRO B.BOYS-FEDERAÇÃO AMAPAENSE DE
DANÇA DE RUA ORIGINAL e atual Conselheiro Estadual de Cultura/
Segmento-dança. Para a cultura Hip Hop o dia 13 de maio é bastante
significativo e “Desde já a FADRO B.BOYS informa que esta luta não
cabe apenas ao Hip Hop, mas a todos aqueles – pessoas físicas e
jurídicas, simpatizantes, artistas, hip-hoppers, instituições religiosas,
ONGs e representações em geral do 3º setor – , que, de algum modo,
acreditam e apóiam o Hip-Hop como Movimento Cultural essencial no
resgate da auto-estima da juventude pobre das periferias, por meio de
suas ações humanitárias.”Estarão presentes no encontro, as seguintes
lidernças; b.boy Kiki e Valdez liderando o Power Stye do Oiapoque,
bboy JHony Machado presidente do Crazy B.boys Crew, Joge Junior
presidente do grupo Red B.boys, Worlem presidente do Grupo Star
Break, Sidarta Amorim presidente do grupo Facção B.boys, Welliton
Monteiro “bboy Tom Presidente do grupo Estilo BreaK”, B.boy
Joendeson presidente do grupo Porto Break, Mc deca o Walderi Texeira
presidente do Jari B.boys, bboy Carlos presidente do Fantasma do
dance (município do Jari), Josiel Ramos presidente do grupo Mec
Loucos, Jaqueline do grupo Garotas do break, Jose lidivan presidente
do Movimento Hip Hop do Estado do Amapá, Renilson Costa presidente
do Afro B.boys, Aldenice do Carmo presidente do grupo As B.girls,
esses foram os grupos que já marcaram presença no encontro, alem de
contar com a presença do Raper Linha Dura do Mato Grosso e B.boy
Bruninho de São Paulo.
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS/CNPJ Nº 08.335.756/0001-01
Rua Leopoldo Queiroz Teixeira, 2412 – Buritizal/68904-020 - Macapá – Ap.
(96) 91191130 Guinho
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS
“ARTE, CULTURA, LAZER, COOPERAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL”
PROGRAMAÇÃO:
6º Encontro Estadual da Cultura Hip Hop
Apresenta: 13 de maio (Hip Hop contra o racismo).
1ºPainel 10h: Hip Hop contra o racismo.
Palestrante: Guinho bboy
11h Leitura e aprovação das propostas do 5º encontro estadual de Hip
Hop realizado em 2010.
12h almoço
2º painel 14h: direitos humanos e igualdade
16h batalha de b.boys
22h encerramento.
CONTATO:91191130 GUINHO BBOY
COMPANHIA DE DANÇA DE RUA AMAPÁ B. BOYS/CNPJ Nº 08.335.756/0001-01
Rua Leopoldo Queiroz Teixeira, 2412 – Buritizal/68904-020 - Macapá – Ap.
(96) 91191130 Guinho
maio 06, 2012
Vida no Mato Conexões Contemporâneas
Por Lígia da Silva Viana
A Instituição Favelativa localizada na Capital de Mato Grosso, tem em seus anseios a luta pela qualidade de vida para todas e todos, e tem em seu cotidiano atividades voltadas à educação cultural, politização e a valorização dos seres humanos. E dentre as problemáticas da sociedade existentes sempre busca fazer o seu papel de debater, orientar, e defender juntamente com a comunidade as necessidades sociais. Um dos temas mais discutidos na última era é a preservação do ambiente, seja ele urbana ou rural, os índices de degradação ambiental é algo pertinente no cenário atual da globalização.
Por acreditar na transversalidade da Cultura, criou-se o Projeto Vida no Mato – Conexões Contemporâneas, em parceira com a Funarte e a universidade Federal de Roraima para uma reflexão sobre a temática através da arte. As ações se darão com o intercâmbio de artistas e produtores de Mato Grosso e Roraima, com objetivo de formar e qualificar novos artistas, a difusão artística, e a conscientização da importância da prevenção do ambiente que se vive, a intenção é gerar novos conhecimentos, mas ao mesmo tempo construir sobre as experiências adquiridas a preservação ambiental, além da disseminação das artes visuais.
Essa tendência da ARTE que se utiliza a linguagem da instalação e de intervenções artísticas para sensibilizar sobre questões pertinentes no nosso cotidiano, é inovadora, o homem é em sua essência um ser que cria e estabelece relações diversas, as obras de artes são partes de uma singularidade e refletem os aspectos da vida em sociedade.
Artistas renomados como Gervane de Paula, Lucrécia Dilda, e Renato Jose Costa, e também produtores Culturais como Lígia Viana, Adnilson da Silva, Anderson Paiva, dos movimentos sociais, juntamente com alunos da Universidade Federal de Roraima, mais o público periférico de Boa Vista irão vivenciar e sentir esse momento para disseminar através artes contemporâneas, em favor de um bem comum que é a valorização e preservação do meio ambiente.
PROGRAMAÇÃO
14/05 (segunda-feira)
9:00-12:00 Realização das oficinas na UFRR: Gervane de Paula, Lucrécia Dilda e Renato José Costa;
14:00-18:00 Realização das oficinas na UFRR: Gervane de Paula, Lucrécia Dilda e Renato José Costa;
15/05 (terça-feira)
09:00-12:00 Palestra dos artistas no Bairro Pintolândia no Ponto de Cultura;
14:00-17:00 Montagem da instalação da obra “Que merda é essa só tem soja” Gervane de Paula, na Galeria do Centro Multicultural da Orla;
18:00-21:00 Abertura a visitação à instalação “Que merda nessa casa só tem soja” de Gervane de Paula, na Galeria do Centro Multicultural da Orla;
16/05 (quarta-feira)
09:00-12:00 Palestra dos artistas no Bairro Nova Cidade no Ponto de Cultura;
18:00-20:00 Roda de Conversa com o Fórum Permanente de Cultura de Roraima;
17/05 (quinta-feira)
09:00-12:00 Instalação da obra “árvores abatidas” de Gervane de Paula, no Jardim do Centro Multicultural da Orla, Intervenção urbana dos artistas Lucrécia Dilda e Renato José Costa, na Praça do Centro Multicultural da Orla;
12:00-13:00 Abertura a visitação à instalação “árvores abatidas” de Gervane de Paula, no Jardim Galeria do Centro Multicultural da Orla;
12:00-13:00 Abertura a visitação à Intervenção urbana dos artistas Lucrécia Dilda e Renato José Costa, na Praça do Centro Multicultural da Orla
14:00-17:00 Palestra dos artistas no Bairro Caranã, no Centro Cultural;
20:00-22:00 Mesa Redonda “Conexões Criativas – Arte no Eixo Norte-Centro, no Auditório Ciclo Básico I da UFRR, com artistas locais;
março 08, 2012
março 05, 2012

APRESENTAÇÃO
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional da Juventude, o Ministério da Saúde e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, lança o Edital Prêmio Agente jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais. Parte-se do princípio que o acesso à cultura é um direito essencial de todos e que a garantia dos direitos humanos está relacionada à democracia cultural, à pluralidade de práticas cotidianas de interações sociais e à processos de formação de grupos e identidades. Neste entendimento, a produção cultural e simbólica dos jovens pode conformar novos quadros de valores éticos para a sociedade.
Serão 500 prêmios concedidos a iniciativas culturais já realizadas e concluídas, propostas por jovens agentes culturais, no valor bruto de 9 mil reais, pagos para cada iniciativa contemplada, em parcela única.
CATEGORIAS
Os prêmios serão divididos nas seguintes quantidades e categorias:
Sua iniciativa foi reconhecida na comunidade? Participe! Sua ação cultural pode ser inscrita em uma das seguintes categorias:
- Comunicação, articulação e mobilização
cultural;
- Cultura e tecnologia;
- Pesquisa, acervo e diálogos intergeracionais
no campo da cultura;
- Formação cultural;
- Produção e expressão artística e cultural;
- Intercâmbios e encontros culturais;
- Cultura e sustentabilidade.
Você, jovem, que registra uma manifestação popular, valoriza os idosos da sua comunidade, divulga seu olhar através de uma expressão artística, pode participar! Inscreva-se!
Poderão concorrer aos prêmios pessoas físicas que, no ato de inscrição, comprovem se enquadrar na faixa etária entre 15 e 29 anos, brasileiros natos ou naturalizados e jovens estrangeiros residentes no país há mais de três anos.
Os jovens de 15 a 17 anos de idade deverão indicar um representante legal maior de 18 anos para receber os recursos, caso venha a ser selecionado.
Atenção!
Cada candidato poderá apresentar somente uma iniciativa cultural para a seleção, sendo inabilitado aquele que apresentar duas ou mais iniciativas e aquele que não se enquadrar na faixa etária estabelecida.
Fique de olho! Entre no site!
As inscrições serão realizadas entre os dias 15 de dezembro de 2011 e 31 de janeiro de 2012, pelos seguintes meios:
I. Preferencialmente pela internet, com preenchimento dos formulários de inscrição através do Sistema de Inscrição disponível no sítio cultura.gov.br até as 23h59 do dia 31 de janeiro de 2012.
II. Pelos correios. A documentação deverá ser enviada via AR – Aviso de Recebimento ou Sedex, fazendo constar no campo “Destinatário” o endereço:
Organize-se! Você precisa enviar obrigatoriamente os seguintes documentos:
a) Uma cópia do Formulário para Inscrição respondido, digitado, datilografado ou escrito a mão, com letra legível;
b) Declarações constantes dos Anexos 2 e 3 do Edital de Seleção Pública nº 11 - dezembro de 2011/2012;
c) Cópia simples do documento de identidade com a data de nascimento legível,
d) Material que comprove a realização da iniciativa cultural pelo candidato, tais como: cartazes, folders, matérias de jornal, sítios da internet ou material audiovisual (DVDs, CDs, fotografias, etc.).
Este prêmio é parte dos programas Cultura Viva e Brasil Plural, da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, e respeita os princípios da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Unesco em outubro de 2005. Leva em consideração as recomendações do Plano Nacional de Cultura de 2010, as resoluções da 1ª Conferência Nacional de Juventude e as indicações do documento “Reflexões Sobre a Política Nacional de Juventude 2003-2010”, publicado pelo Conselho Nacional de Juventude em 2011.
A visita do crack, a droga da morte

Por DJ Taba da Silva
Hoje recebi a visita da mãe de um amigo que é viciado em crack, um mau que, na minha opinião, tem que ser combatido profundamente e seriamente por todos nós, digo todos porque temos o costume de culpar sempre alguém pelos desconsertos da nossa sociedade. E sempre, sim, o culpado é o governo, o culpado é o viciado, o culpado é o bairro onde moramos, enfim, mas não paramos para refletir o que nós mesmos estamos fazendo para mudar esta realidade, que está em nossa frente e às vezes ignoramos a por ser hoje tão comum. Assim vivemos sempre pensando que isso não tem nada a ver comigo.
Quero esclarecer uma coisa: não sou careta ou preconceituoso, nem mos um religioso radical. Me considero mais um sobrevivente do gueto cheio de defeitos e talvez algumas qualidades mais nunca superior a ninguém talvez por isso sou procurado por moradores que acreditam que de alguma maneira eu posso ajudar e só isso.
O fato é que o crack não tem mais como ser ignorado, é só dar uma volta pela cidade e não precisa mais ser em horários noturnos como antes, hoje em plena luz do dia você vê viciados da pedra (apelido dado ao crack), andando pelas ruas em busca de uma vítima ou em consumo frenético da substância.
Lembro em rodas de amigos quando brincávamos dizendo: – Olha lá fulano, já vai beijar na boca da latinha. Na que época, quando eu ainda era adolescente, não sabíamos o mal que isso seria para a nossa comunidade. Mas já percebíamos que, quando fulano ia fazer uso do crack, já não voltava mais aquela noite, pois o consumo o consome. Daí um dos motivos que me preocupava e me manteve distante da droga.
Aqui em Mato Grosso existe uma particularidade ou, invés de ser feito de cocaína e outros solventes, é feito com pasta base, o lixo da cocaína o que o torna ainda mais devastador.
Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Cuiabá, o bairro do Porto (na orla, debaixo da ponte e na Praça Major João Bueno), a região do Terminal Rodoviário de Cuiabá, o Centro (Beco do Candeeiro e Centro Histórico de Cuiabá) e os bairros Jardim Leblon e Pedregal, é aonde o bicho tá pegando, considerados as cracolândias de Cuiabá. Mas onde moro, Jardim Vitória não é diferente e nós estamos sendo sufocados aos poucos.
Estou citando as pesquisas porque há pessoas extremamente científicas e isso as deixa menos sensíveis, então já que precisam de números, eles estão aí.
A mesma pesquisa aponta outros 28 bairros da capital na mesma situação. O que me faz pensar quantas mães como a dona Sara (nome fictício) estão em pranto hoje? Ou porque seu filho está furtando da própria casa o pão de cada dia, ou por estarem nas ruas mendigando em busca de mais um beijo na latinha, o crack?
Dona Sara me disse que não suporta mais esta situação, que o filho dela está sem nenhuma roupa para usar por que pegou até as dela para trocar pela droga. Ela me disse que ela está saindo de casa e vai abandoná-lo. Agora imagina para uma mãe largar o filho o que ele já não aprontou. São sete anos tentando tirar o filho da crack. Ela me disse também que o último prejuízo foi de dois mil reais, contando com as mercadorias que ela vende de porta em porta para se sustentar. Dramática situação. Na moral, me encho de um sentimento estranho um misto que é melhor não tentar explicar. E você deve estar pensando que é sentimentalismo, ou pura polêmica e demagogia.
Então vamos lá, tenho um irmão adicto e, para quem não sabe o que significa adicto, é como são chamados os dependentes de química. Ele me disse que está sempre em recuperação, freqüenta reuniões toda semana e até coordena uma reunião todos os domingos para se manter limpo, distante do vício.
Convivemos com esta situação em casa ou na família por seis anos, sei bem o que a dona Sara e muitas outras famílias no Brasil estão passando, acredito que estamos em um patamar como jamais antes e, se não tomarmos atitudes para combater o crack, corremos riscos de perder ainda mais crianças, trabalhadores e trabalhadoras.
Antes há um tempo atrás, o crack só atingia as grandes cidades, mas já sabemos que está no interior, na zona rural e até mesmo em aldeias indígenas substituindo o álcool e desmantelando famílias.
Temos que tomar atitudes como tomarão os presídios de Cuiabá. Você está se perguntando: como assim os presídios? Os ladrões e traficantes? Não estou entendendo. Vou explicar. Talvez possa ser uma boa notícia, depende da compreensão de cada um ou cada uma. Há quase seis meses está proibido o consumo e venda de crack no interior dos presídios Pascal Ramos e Carumbé. Para mim já e uma atitude tomada por aqueles que estão à margem, pagando de forma subumana sua dívida com a sociedade.
Parece repetitivo mas você pode estar se perguntado: mais no presídio tem droga? Vou te responder, não sei! Só sei que está proibida pelos próprios detentos, diga-se de passagem.
Temos tido campanhas governamentais e no ano passado o Movimento Favelativa, instituição da qual participo, foi premiada na Semana Estadual de Combate as Drogas, um evento lindo. Parabéns ao Conselho Estado de Entorpecentes (Conem-MT) pelo evento que este ano, acredito eu, deve ser mais descentralizado e haver ainda mais participação popular, pois estamos combatendo um mostro, uma doença epidemia que tem que ser combatida não de forma pontual mais sim antes, durante e depois.
O Governo Federal anunciou investimentos no valor 4 bilhões no combate ao crack e as nossas ruas estão cada vez mais lotados de viciados, enquanto grupos que trabalham na prevenção com cultura, arte e as clínicas de recuperação, na real, estão com extremas dificuldades.
Temos que ter meios de fiscalizarmos o investimento. A sociedade organizada e seria, tem que participar mais destes recursos, porque está claro que os estados e prefeituras não estão conseguindo sozinhos combater este mal.
Quero me aprofundar ainda mais no assunto, pois acredito que todos nós temos que fazer a nossa parte debatendo, conversando com as crianças, usando as redes sociais, nos mobilizando contra o crack.
Para finalizar, convido a todos para conhecerem a sala do NA Narcóticos Anônimos que está estalada no Centro Cultural Favelativa, na esquina com Avenida B, rua 9, bairro Jardim Vitória, Cuiabá. Todos que lá chegarem serão muito benvindos .
Este é meu desabafo. Muitos estão morrendo e muitos vão morrer se a gente continuar achando que nada podemos fazer.
Pense nisso.
DJ Taba da Silva é liderança comunitária e do Movimento Favelativa, no bairro Jardim Vitória, periferia de Cuiabá
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