julho 11, 2016

VEM AI Festival Hip Hop Contemporâneo



Festival Hip Hop Contemporâneo
O Hip Hop é um movimento de cultura juvenil, unindo práticas culturais dos jovens negros e latino-americanos nos guetos e ruas dos grandes centros urbanos. O movimento é constituído pela linguagem artística da música (RAP - Rhythm and Poetry, pelos Rappers e DJ´s), da dança (o Break) e da arte plástica (o Graffiti)
No Brasil do final dos anos 80, o movimento Hip Hop, especialmente o ritmo musical Rap, tornou-se para os jovens das periferias urbanas um meio fundamental para a mobilização e conscientização.
Promover o “Festival Hip Hop Contemporâneo” como um evento democrático de ampla participação popular que incentive a prática da Dança de Rua e do Graffiti como expressões artísticas, contribuindo para a difusão cultural e desenvolvimento regional.
Possibilitamos com o festival a apresentação dos grupos de Hip Hop (Rappers, DJ´s, Grafiteiros e Breakers), existentes no município de Cuiabá e toda região, promovendo o desenvolvimento de habilidades musicais de crianças e jovens de nossas cidades e estado.





julho 09, 2016

Projeto Hip Hop Contemporâneo leva Oficina de MC Oficina de Break Oficina de DJ Oficina de Grafite para os Bairros ardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso



O objetivo é trabalhar os elementos do hip hop durante dois meses, com crianças, adolescentes e jovens da região norte de Cuiabá-MT (Jardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso, entre outros), nos meses de junho a agosto de 2016.

O Hip Hop é uma tradição nas regiões periféricas, o intuito é fomentar a fruição da cultura de rua e sua ideologia, com as seguintes ações: 
Oficina de MC; 
Oficina de Break; 
Oficina de DJ; 
Oficina de Grafite; 
Oficina de Locução e Rádio;
Oficinas de Artesanato (Confecção de Luminária e Camisetas); Palestras com temas: direitos humanos e da terra; questões afrodescendentes; cultura popular;
E finalização com show cultural.
Com a realização Favelativa, o Projeto e patrocinado pela Secretaria de Cultura do estado de Mato Grosso 



Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.



Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.


A Oficina de MC (R.A.P) no projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
E um encontro perfeito entre a cultura hip hop e educação. O projeto leva o Rap para a comunidade de maneira didática trabalha com crianças de diferentes faixas etárias.

Oficina de DJ no projeto hip hop contemporâneo.
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Estudar música não é só divertido – também exercita o cérebro e traz diversos benefícios importantes para todas as idades. Nos mais jovens auxilia principalmente no desenvolvimento intelectual, emocional, sensorial, na criatividade, no raciocínio lógico e muito mais.

+INFO: Taba: 9263-1225 e Lígia da Silva: 9265-0240




Projeto Hip Hop Contemporâneo leva Oficina de MC Oficina de Break Oficina de DJ Oficina de Grafite para os Bairros ardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso



O objetivo é trabalhar os elementos do hip hop durante dois meses, com crianças, adolescentes e jovens da região norte de Cuiabá-MT (Jardim Vitória, Jardim Florianópolis, Jardim União, Novo Paraiso, entre outros), nos meses de junho a agosto de 2016.

O Hip Hop é uma tradição nas regiões periféricas, o intuito é fomentar a fruição da cultura de rua e sua ideologia, com as seguintes ações: 
Oficina de MC; 
Oficina de Break; 
Oficina de DJ; 
Oficina de Grafite; 
Oficina de Locução e Rádio;
Oficinas de Artesanato (Confecção de Luminária e Camisetas); Palestras com temas: direitos humanos e da terra; questões afrodescendentes; cultura popular;
E finalização com show cultural.
Com a realização Favelativa, o Projeto e patrocinado pela Secretaria de Cultura do estado de Mato Grosso 



Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.



Oficina de Break (Dança de Rua) no Projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educador: Coreano Colisão Crew e Carlos Campos Bboy Peixinho
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Através da dança seu os alonos aprenderá as noções de espaço, seqüência, padronização e uma conscientização do próprio corpo.
A dança é uma forma de expressão que ajudará a explorar os sentimentos, além de adquirir maior autoconfiança.
E uma experiência comum que promove a tolerância e apreço pelos outros.


A Oficina de MC (R.A.P) no projeto Hip Hop Contemporâneo.
Arte Educadores: Karla Vecchia, Xito Conduta do Gueto, Rodrigo B1 e MC KunK
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
E um encontro perfeito entre a cultura hip hop e educação. O projeto leva o Rap para a comunidade de maneira didática trabalha com crianças de diferentes faixas etárias.

Oficina de DJ no projeto hip hop contemporâneo.
Arte Educador: Dj Taba Silva
Fotos: Eduardo Andrade Slum Produções
Estudar música não é só divertido – também exercita o cérebro e traz diversos benefícios importantes para todas as idades. Nos mais jovens auxilia principalmente no desenvolvimento intelectual, emocional, sensorial, na criatividade, no raciocínio lógico e muito mais.

+INFO: Taba: 9263-1225 e Lígia da Silva: 9265-0240




maio 06, 2016

HIP HOP E ÁUDIO VISUAL

Durante cinco semanas estudantes do centro socioeducativo - Complexo Pomeri e o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC)- o antigo Carumbé, vão participar do projeto Favelativa Visão Alem das Grades.

O movimento Favelativa juntamente com a Funarte (Projeto contemplado no Edital Bolsa Funarte de Fomento aos Artistas e Produtores Negros 2014), em parceria com a Sejudh-MT dá inicio em Maio o projeto PROJETO FAVELATIVA Visão além das Grades, a execução se dará em 5 semanas, as ações serão realizadas de forma alternada no CRC – Carumbé, juntamente com a EE Nova Chance, e no Socioeducativo (unidade masculina e feminina) juntamente com a EE Meninos do Futuro, um circuito de oficinas (aulas), palestras e semana cultural.
O projeto prevê a execução de Oficinas de Hip Hop: elementos MC e Break;  Oficinas de Artes Visuais: Fotografia e Produção de Vídeo , que culminará em um vídeo documentário, e uma exposição fotográfica produzida pelos/pelas estudantes reeducandos/reeducandas.
Durante o desenvolvimento do projeto os/as estudantes atendidos pelo projeto receberão palestras sobre a Direitos Humanos, juventude pra o mercado de trabalho e a História dos afrodescendentes no Mato Grosso e no Brasil.


SEMANA CULTURAL
Ao termino das oficinas será promovida uma semana cultural com a socialização e apresentação das ações vividas, sendo roda de Hip Hop – com apresentações de Mcs e Break, lançamento de livros de autores regionais com temas relacionados ao tema do projeto, exposição fotográfica, e apresentação dos vídeos produzidos pelos estudantes internos.

FAVELATIVA
O movimento Favelativa é uma organização que teve início no bairro Jardim Vitória, região norte de Cuiabá-MT, desde 2007, reuniu jovens da periferia, a fim de definir projetos e ações de políticas públicas voltadas ao público jovem, negro e periférico do estado de Mato Grosso, são 8 anos construindo ideias para contribuir com a comunidade local.
Neste processo de construção coletivo visa o empoderamento do ser humano, tornando-o produto histórico capaz de se libertar e exercer a cidadania consciente e crítica, podendo comparar, analisar e contribuir para a transformação da sociedade.

EQUIPE DE TRABALHO
Produção: Lígia da Silva e DJ Taba, Oficina de Audio Visual: Eduardo Andrade e Franciele – Slum Produções e Conduta do Gueto, Oficina de Break: Peixinho, Coreano e Monicke – Colisão Crew, Oficina de MC: Xito – Conduta do Gueto, Karla Vecchia – Rapper, Luciene de Carvalho – Poeta, Raul Lazaro – Locutor, Rodrigo B1 – Rapper, Palestras: Lucineia Freitas (MST), Cristõvão – Kizomba.


Contatos: 65-9265-0240 Ligia da Silva Viana - ligiafavelativa@gmail.com

julho 15, 2015

Estudantes do antigo Carumbé vão participar de projeto literário

Só o conhecimento traz a verdadeira liberdade. Esta é a proposta do projeto Literativa, que será desenvolvido, por um mês, com estudantes que vivem dentro do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), o antigo Carumbé, em Cuiabá (MT), a partir da próxima segunda-feira (16). A ferramenta mais potente deste projeto é a literatura e o saber.




O Literativa é uma iniciativa literária promovido pelo movimento social Favelativa, que tem sua sede no bairro Jardim Vitória, periferia da capital. E chega ao CRC através do Projeto Literativa, que envolve ações de promoção do livro e da leitura, sendo uma delas o “Carrinho do Saber”, que nada mais é do que um veículo de pequeno porte adaptado para levar livros. Na biblioteca ambulante, já são mais 300 títulos. O carrinho, que já circulou muito pelo Jardim Vitória, de casa em casa, foi reformado. Agora, vai circular pelos corredores da penitenciária. Basta escolher o livro e emprestar sem custos, a ideia é a troca solidária.
Antes disso, haverá oficinas e palestras, com a hora do conto e conte sua história, que culminará com um concurso de redação. Aliás, histórias nas penitenciárias é o que não falta, porque todos ali viveram muitas experiências, na finalização terá a Gincana do saber com lançamento de livros de escritores e escritoras regionais e a socialização com brincadeiras utilizando a linguagem do hip hop.
Escritora Luciene de CarvalhoAs escritoras renomadas que farão parte desta iniciativa trarão suas próprias histórias para somar com o projeto. Uma delas é Luciene de Carvalho, autora do livro “Insânia”. O livro não é exatamente de poesias. Traz uma série de poemas, mas também tem outros textos como cartas que trocou com a psiquiatra Renée Figueiredo, que a acompanha há quase nove anos.
Luciene fez perguntas e apresentou impressões sobre o tema e a profissional respondeu. "Escrevi quatro cartas tratando das questões da loucura como patrimônio imaterial da humanidade, da loucura de todos nós. Mesmo que ela se manifeste em mim, ela é uma questão da humanidade". Outra escritora parceira é Eliete Borges, autora do livro “Nem pés e mil Cabeças”, que reúne uma coletânea de grandes fragmentos que escrevo desde 2001.
“Assim como tudo que escrevo este é um livro autobiográfico. (...) Crio muito por desdobramentos e encavalamentos, o que em suma, exige um olhar de estranheza, um olhar que faça aquilo mesmo que você já fez outra coisa, um ‘ser outro’, Absolutamente Outro” – diz trecho do livro.
Movimento Favela Ativa, Dj TabaO movimento Favelativa acredita que as pessoas podem de fato se refazer, o que não é uma tarefa fácil. “Mas o conhecimento é um caminho para isso, porque só o saber leva à verdadeira libertação”, reforça o coordenador do Favelativa, DJ Taba.  Segundo ele, uma penitenciária é um local apropriado para levar o Favelativa, já que a maioria ou quase a totalidade dos detentos vieram das favelas, são pretos e são pobres.
Os estudantes que vão participar do projeto Literativa estão matriculados na escola estadual Nova Chance, que funciona dentro do CRC e acolhe o projeto com muito entusiasmo. A escola está para mudar de nome, vai se chamar Nelson Mandela. O líder africano também ficou preso 27 anos e a biografia dele mostra que só a força interior e a sabedoria o mantiveram de pé.
Da Assessoria

julho 05, 2012

O lugar da mulher na política eleitoral


Por Keka Werneck

A política eleitoral é feita de discursos. Agora é o caçador de marajás! Agora é novo para mudar! Agora é o ficha limpa para moralizar! Agora é o operário que emerge do povo!

Os discursos não necessariamente se aplicam na prática.

Um dos discursos dos quais a política eleitoral se apropria, atualmente, é: agora é a vez mulher!

Não que isso não faça nenhum sentido. Faz! As reivindicações de gênero estão, de fato, a cada dia mais visíveis e a Lei Maria da Penha é um bom exemplo de conquista real.

Até mesmo os homens, que ainda dominam o mundo (o mundo ainda é dos machos, vamos combinar!), repetem muito isso - que é a vez da mulher! - mas continuam as mantendo em um lugar subalterno na disputa. Por exemplo, é comum o político usar o nome da esposa, quando o dele próprio já está desgastado ou até vetado pelo tribunais, sabe Deus por quais crimes.

Sendo assim, boa parte das mulheres entra na corrida eleitoral pela porta dos fundos, lançadas por maridos, que, depois do pleito, usufruem do poder daqueles cargos eletivos, como se fossem donos deles e são.

Isso não é conquistar espaço eleitoral, isso é mais uma forma de uso da figura feminina. Novidade? Não. A mídia faz isso o tempo todo, está naturalizado, é permtido.

Não precisamos de um segundo escalão na política ou de um esquadrão de segunda linha formado por candidatas biônicas. Precisamos sim de mulheres autônomas, preparadas para tal, conscientes das lutas que devem travar, postadas ideologicamente.

Da mesma forma também precisamos de homens assim.

Há cotas para incentivar a presença da mulher na política. Que geralmente não são preenchidas! Mas por quê?

Um motivo razoável a se levar em consideração é a falta de tempo. Boa parte das mulheres ainda é dona de casa. Outra parte trabalha em casa e na rua. Muitas têm dois empregos. Quase todas criam filhos. Boa parte cria, inclusive, sozinha, sem pai.

Além da questão tempo, a sociedade ainda entende que o melhor ambiente para a mulher é o doméstico. Ninguém sabe ser dona de casa como uma mulher! Ninguém cria filhos como elas! Ninguém lava uma roupa como uma mulher! Já o espaço público é próprio para o homem, conforme o senso comum. Na política quem tem know how é o homem! Isso é ainda o que predomina no imaginário da sociedade e portando nas eleições.

É urgente que isso mude mas não adianta apostar no jeito feminino de governar. Governam melhor os que são justos ou justas, honestas ou honestos, arrojados ou arrojadas, determinadas ou determinados a mexer em certos vespeiros, entre outros fatores.

Entre Lula e Dilma, tem diferença no jeito de governar devido à questão gênero?.

A mulher deve estar no poder, ser incentivada para tal, ter o direito de estar, o direito real – porque fazendo tripla jornada fica meio difícil. Mas isso não quer dizer que uma mulher vá governar melhor que um homem. Nem melhor, nem pior.

O lugar da mulher na política, por fim, deve ser conquistado por ela, como um direito universal.

A mulher no poder não deve reproduzir os erros que o mundo masculino perpetuou, embora ela esteja fazendo isso.

Talvez esses erros na gestão pública sejam próprios do humano...

Talvez governar bem não seja uma questão de gênero, mas sim de caráter, de coragem e de consciência do papel político.

Melhor não votar em homem só por ser homem, não votar em mulher só por ser mulher, nem ficar preso a discursos de momento.

junho 11, 2012


BOLETIM INFORMATIVO 
Edição 1 - Maio/2012

Comissão Prol Capoeira Mato Grosso

                                                                                       Cuiabá-MT, 07 de maio de 2012


 
Prezados Capoeiristas,
Em fevereiro de 2012, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) lançou um grande desáfio ao seguimento da capoeira do Estado de Mato Grosso que era unir forças para discutir novos rumos com direção ao fortalecimento e respeitabilidade junto a sociedade matogrossense, mais para isso acontecer seria necessário as articulações das bases que dirigem esta modalidade.

A transformação de sonhos em realidade por parte de muitos gestores da capoeira, pode sim tornar realidade desde concientizamos importância da união de forças, não no campo físico como jogar, lutar ou brincar, mais sim no campo intelectual (grupos de estudos, etc.) pois todos ganharão no futuro e independente de bandeiras de grupos ou pessoas, localidade e/ou vertentes, é preciso que tomemos consciência da importância de ser ter uma entidade governamental de renome mundial preocupado e apoiando no sentido de fomentar duscurssões em torno da capoeira em nosso estado, instigando a elaboração de propostas afim de se lutarmos por uma Política pública e ao mesmo tempo Salvaguando a capoeira em nosso Estado.
De lá pra cá já aconteceram em torno de três reuniões para discutir qual seria o encaminhamento para que IPHAN/UNESCO venha contribuir a entrar nessa luta em Prol da Capoeira Mato-grossense, mais as discussões acirraram-se não chegando objetividade nenhuma, então optamos para uma reunião somente com os mestres eprofessores da qual realizada em 28/04/2012, no MUSEU DE SOM E IMAGENS DE CUIABÁ, tendo como avaliação positiva devido o amadurecimento das discussões e aprovação pela plenária do encaminhamento a ser apresentado ao IPHAN-MT.
Dessa forma o nossa direcionamento terá como meta a elaboração de proposta para uma POLÍTICA PÚBLICA E A SALVAGUARDA DA CAPOEIRA EM MATO GROSSO, trabalho este que já vem acontecendo em alguns Estados da Federação com muito exito. Portanto para que possamos dar prosseguimento em nossos objetivos é necessário a sua participação ou daquele que você conhece e não esta sabendo desses acontecimentos, esperamos de forma direta e indireta a sua contribuição.
Para tanto encaminhamos alguns informes importante afim de  tomar ciência e sugerir de forma democrática e consciente, pois a sua participação é muito importante. Leiam os documentos em anexo:
[Clique]
Ata de constituição
[Clique]Composição das Comissões
[Clique]Regimento Interno 
Para que possamos coordenar uma plenária (reunião de seguimento) juridicamente se faz necessário um regimento interno, dessa forma foi elaborado um u>modelo e que esta em anexo para que vocês possam dar sugestões, inserir, retirar e ou acrescentar artigos ou paragrafo que não consta no regimento. Sendo que estará na pauta da próxima reunião para apreciação e aprovação. entretanto devido o curto espaço de tempo, o regimento não será construído em plenária, apenas faremos adequações. 
Também gostariasmos de salientar que para que possamos divulgação os trabalhos estaremos encaminhando aos e-mail cadastrados um BOLETIM INFORMATIVO ouNEWCASTLER dos último acontecimentos.
Na oportunidade gostaríamos de convidar e relembrar a reunião do dia  12/05/2012 ( sábado ) às 18h00 na sede do IPHAN MATO GROSSO cito a Rua 7 de. Setembro, 390, no Centro Histórico de Cuiabá. 
Informamos também que a pauta da reunião do dia 12/05, serão as seguintes:
Abertura e Rezenha 
Leitura da Ata da última reunião 
Apresentação e Nomeação da Comissão e Sub Comissão 
Explanações do IPHAN/UNESCO referente ao Assunt
Leitura e aprovação do regimento interno 
Se você defende a bandeira da arte da Capoeira esta é a oportunidade! vamos unir força para que  seja fortalecida enquanto políticas públicas e reconhecida em todos os âmbitos da sociedade mato-grossense. Gentileza de encaminhar esse e-mail a quem desconhecido do assunto e a capoeira agradece, Todos são Bem-vindos!
Atenciosamente,
Comissão Prol Capoeira Mato Grosso
        

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Comissão Prol Capoeira Mato Grosso Contato: prolcapoeiramt@hotmail.com