agosto 12, 2009

APROVADA EM PRIMEIRA VOTAÇÃO SEMANA EM DEFESA DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS EM MT.



Foi aprovado por unanimidade em primeira votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Projeto de Lei nº 712/08, de autoria do deputado estadual Alexandre Cesar, que inclui a Semana Estadual da luta em defesa das rádios comunitárias no calendário oficial do Estado de Mato Grosso. A aprovação aconteceu na sessão ordinária desta terça-feira (4). Agora a propositura segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que dará o parecer quanto à constitucionalidade. O projeto ainda precisa ser aprovado em segunda votação em Plenário até seguir para o Executivo, que decidirá pelo veto ou sanção.
A ideia de incluir a Semana da luta em defesa das rádios comunitárias no calendário do Estado é desenvolver atividades comemorativas e de incentivo com associações comunitárias e fundações mantenedoras de rádios comunitárias de Mato Grosso. A iniciativa prevê, dentre as ações, a realização de avaliação dos andamentos dos processos administrativos das rádios comunitárias ainda não outorgadas.

Vale Cultura estimulará a busca de opções além da TV

Lula acredita que Vale Cultura estimulará a busca de opções além da TV


fonte:Site: http://www.ctcomunicacoes.com.br
About: Jornalista e sócia da empresa CT Comunicações.See Authors Posts (290) 24 julho 2009 2 Comentários
Em lançamento do projeto de lei do Vale Cultura, realizado ontem, dia 23 de julho, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou sobre o incentivo, que, se aprovado no Congresso, colocará R$ 50 à disposição dos trabalhadores para ser usado com programas culturais. “O objetivo da lei é garantir que o povo mais pobre que trabalha possa ter uma contribuição, que não é doação de empresário, porque vai ter isenção de Imposto de Renda. Se o companheiro não tem opção de divertimento, vai ficar em casa vendo televisão, pulando de canal em canal. Com o Vale ele pode fazer mais”, afirmou Lula.

Lula ressaltou ainda o fato de que, segundo o IBGE, a televisão aberta é um bem cultural que chega a mais de 20% da população, lamentando que vários cinemas tenham sido comprados por instituições religiosas. “Não adianta criticar a Universal porque comprou o cinema. A igreja compra cinema porque o cinema está fechado”, opinou o presidente.

Durante o lançamento, que contou com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; do ministro da Cultura, Juca Ferreira; do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins; os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Romeu Tuma (PTB-SP) e Ideli Salvatti (PT-SC); e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; dentre outras autoridades; o presidente elogiou a iniciativa, falando também sobre a importância da participação social na cobrança da aplicação deste benefício pelas empresas: “é importante que todo mundo acompanhe e possa se utilizar de um benefício que a gente está criando para que o povo brasileiro tenha acesso à cultura”.

A Câmara dos Deputados deve avaliar a proposta em 45 dias e, se aprovada, ela segue para o Senado. As empresas que aderirem ao Vale Cultura poderão abater 1% do Imposto de Renda. Os trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos pagarão até 10% do vale. Já para aqueles com renda acima de cinco salários, o desconto varia entre 20 e 90%.

No final de seu discurso, o presidente questionou a falta de interesse político em viabilizar o cinema nacional. “Eu recebo 5.000 prefeitos em Brasília. Kassab, você já viu algum prefeito que pedia um cinema?”, perguntou Lula ao prefeito de São Paulo. Ao Ministro da Cultura, o presidente cobrou um plano que estimule o crescimento desta indústria no país, declarando: “Não sei como fazer uma política de distribuição de cinema. Precisamos fazer um grupo para discutir isso melhor”.

agosto 03, 2009

Feira do Empreendedor 2009.


Feira do Empreendedor no espaço externo do Centro de Eventos do Pantanal “Oficina da Chácara” e “Cozinha da Chácara”
Oficina do agro negocia e agricultura familiar..
Vale a pena conferir.
Informações fone: (65)3648-1280


Dia 06/08/2009

Ø Oficina Fabricação de Banana Chips

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Produção de Flores Tropicais

Horário:15:00 as 17:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Fabricação de Mandioca Chips

Horário: 15:00 as 17:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina de Jardinagem

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Fabricação de Banana Chips

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina de Manutenção de Vasos

Horário: 19:00 as 21:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 19:00 as 21:00

Local: Sala 03 Piso das Águas



Dia 07/08/2009

Ø Oficina de Técnica de Retirada de Espinhas de Peixe

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Produção de Flores Tropicais

Horário: 15:00 as 17:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina de Técnica de Retirada de Espinhas de Peixe

Horário: 15:00 as 17:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina de Jardinagem

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina de Manutenção de Vasos

Horário: 19 as 21:00

Local: Oficina da Chácara



Dia 08/08/2009

Ø Oficina Fabricação de Mandioca Chips

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 15:00 as 17:00

Espaço Sala 03, Piso das Águas

Ø Oficina Fabricação de Queijos

Horário: 15:00 as 17:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina de Jardinagem

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Fabricação de Queijos

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina de Manutenção de Vasos

Horário: 19 as 21:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Produção de Flores Tropicais

Horário: 19:00 as 21:00

Local: Sala 05, Piso das Águas



Dia 09/08/2009

Ø Oficina Fabricação de Derivados de Leite

Horário: 13:00 as 16:00

Local: Cozinha da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 13:00 as 15:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Produção de Flores Tropicais

Horário: 15:00 as 17:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina de Jardinagem

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Oficina da Chácara

Ø Oficina Arranjos Florais

Horário: 17:00 as 19:00

Local: Sala 16 Piso do Sol

Ø Oficina de Manutenção de Vasos

Horário: 19:00 as 21:00

Local: Oficina da Chácara

Ótima Dica Cultural..

Crik no folder para visualiza melhor..

Supremo nega liminar contra cotas raciais da UnB




O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, negou hoje (31) o pedido de liminar ajuizado pelo DEM (Democratas) para suspender a adoção pela UnB (Universidade de Brasília) de cotas para admissão de vestibulandos negros.

"Embora a importância dos temas em debate mereça a apreciação célere desta Suprema Corte, neste momento não há urgência a justificar a concessão da medida liminar", afirmou Mendes.

Você concorda com o sistema de cotas nas universidades?

O caso ainda será julgado no mérito pelo plenário da Corte, mas até lá os procedimentos de matrícula na universidade poderão seguir normalmente.

"A interposição da presente arguição ocorreu após a divulgação do resultado final do vestibular 2009/2, quando já [estavam] encerrados os trabalhos da comissão avaliadora do sistema de cotas. Assim, por ora, não vislumbro qualquer razão para a medida cautelar de suspensão do registro (matrícula) dos alunos que foram aprovados no último vestibular da UnB ou para qualquer interferência no andamento dos trabalhos na universidade."

Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegavam que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo.

Entretanto, os pareceres encaminhados ao STF pela PGR (Procuradoria Geral da República) e pela AGU (Advocacia Geral da União) foram contrários à ação.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ressaltou que a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa "em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade".

Gurgel citou em seu parecer que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, das quais 32 prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros. Segundo o procurador-geral, a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF "atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade".

O parecer enviado pela AGU defendeu a política de cotas como uma obrigação do Estado brasileiro, respaldada na Constituição e fundamental para a redução das desigualdades no país.

Marco Antonio Soalheiro
Repórter

Edição: Lílian Beraldo

julho 23, 2009

INBRAPI/NUMIN e o Desenvolvimento Indígena sob perspectiva de gênero




Eliane Potiguara



Desenvolvi­mento é o que todos e todas queremos. No entanto o modelo de desenvolvimento social contempla muito mais aos homens do que às mulheres na sociedade. Trabalhar com estratégias para formação de gênero é desafiar as relações desiguais entre homens e mulheres. Na questão indígena não é diferente, tanto no campo de ação, na família ou não, como também no campo organizacional e institucional. A formação de gênero é uma das estratégias usadas para promover a justiça de gênero dentro das organizações de desenvolvimento. Tal formação baseia-se na convicção de que intervenções em forma de projetos ou programas de desenvolvimento podem resultar em transformações sociais para povos indígenas. Formação de gênero neste caso pretende atingir justiça de gênero incorporando uma perspectiva de gênero a todos os níveis de análise e planejamento do projeto ou programa de uma organização indígena, por exemplo.

A formação de gênero pode também ser considerada num contexto mais amplo. Nesta perspectiva, a formação de gênero segue uma abordagem holística ou cosmovisionária e está baseada na experiência de mulheres e homens e tem explicitamente como objetivo o fortalecimento do poder das mulheres num sentido mais amplo do que projetos e programas de desenvolvimento atuais. Por essa razão o INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) ao longo de nossos quase seis anos de existência, preocupou-se em oferecer essa forma de discussão e organização dentro de nossos programas e objetivos institucionais. E resultou na formação de um núcleo que atenda especificamente às inquietações das mulheres indígenas. Por essa razão no ano de 2008, nasceu o Numin ( Núcleo de Mulheres Indígenas do Inbrapi) e após reuniões e decisões, a cadeira coordenadora ficou sob a minha gestão, devido a um trabalho anterior de quase 30 anos dentro do GRUMIN e que continua até hoje.

À mulher, cabe o papel de transmitir a cultura do dia-a - dia e mais. transmitir o aspecto da ancestralidade que é o diferencial mais importante para uma cultura. E a mulher por ser mais visionária que os homens e ter negado alguns vícios do colonizador e neo-colonizador, guarda a sete chaves, muitos aspectos culturais e cósmicos de seus avós, bisavós e tataravôs. No passado, a mulher possuía ainda o poder da determinação política, a palavra final nas Assembléias. Com a presença dos estrangeiros os homens colocaram suas mulheres na retaguarda ético-cultural, para defendê-las. Há casos, no século XVI, onde homens levavam toda a sua família ao suicídio coletivo, onde todos pulavam do alto de rochas, para não serem submetidos à escravidão. Dessa retaguarda muita mulheres indígenas não saíram.

A Educação formal indígena cumpre o papel da transmissão da cultura, por isso se lutou muito para o estabelecimento de uma educação verdadeiramente indígena e voltada para a realidade, uma educação diferenciada. Antes a educação formal passava pelos moldes da sociedade não indígena. Hoje existe um avanço e políticas públicas para isso. A maioria dos professores é indígena e sensibilizada dentro de sua cultura. Esse aspecto está mais avançado do que uma política pública para saúde e direitos reprodutivos. Urge que os congressos, conferências, seminários indígenas introduzam esse tema efetivamente nas pautas de discussão, mas não vemos isso, parece que não é relevante. Venho observando várias pautas e o tema mais geral é sobre direito à terra, desenvolvimento, propriedade intelectual, o que é corretíssimo, mas especificamente, não vejo essa discussão tão fortalecida e o INBRAPI a partir de agora aceita esse desafio. O desafio é discutir milhares de temas, mas incluindo a transversalidade de gênero.

O I Censo Escolar Indígena de 2001 mostrou que há mais professores do que professoras, eles representam 65% do total. O que isso indica? Indica que a participação das mulheres indígenas ainda está aquém. Percebi isso há 20 anos, quando conversava com líderes indígenas e professores. É preciso resgatar a originalidade inicial da mulher indígena antes do processo colonial. Ela tinha a decisão sobre problemas políticos, tinha a última palavra. Sabemos que a solidão das mulheres indígenas começou com a migração por ação violenta aos seus povos. O número de meninos nas escolas também é maior. Existe resistência à educação formal das meninas? Sim, as mulheres foram alvo de perseguição masculina desde o processo de colonização. Eram arrancadas do seu povo para servirem de concubinas e escravas aos estrangeiros. Essa responsabilidade é da política integracionista que paternaliza os povos indígenas até hoje. Mas quando nosso movimento pela conscientização da mulher indígena começou a causar polêmicas, a partir de 1979, o processo foi questionado. As meninas indígenas entram para a escola mais tarde do que os meninos. Precisamos mudar isso.

Só com capacitação, seminários, grupos de estudos, organização de oficinas teóricas e práticas entre jovens e líderes masculinos e femininos poderemos implementar uma ação coletiva que caminhe para a igualdade de gênero entre povos indígenas. O NUMIN inicia esse processo, já junto à Comissão Executiva formada em 5 de agosto de 2008 rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena 2010.

*Eliane Potiguara é professora, escritora, articuladora indígena, 58 anos, autora do livro “METADE CARA, METADE MÁSCARA”, editado por Daniel Munduruku (www.elianepotiguara.org.br)

Veja também www.grumin.org.br ( site institucional )

veja também o blog do FÓRUM NACIONAL DA MULHER INDÍGENA: http://mulheresforteseunidas.blogspot.com/ (mulheres fortes e unidas!)

julho 17, 2009

Favelativa e Serra FM Lança Radio Comunitária no JD Vitória






Operando em 95.1, a Associação Rádio Comunitária VITORIA FM, esta a três mezes no ar com uma cobertor local a radio comunitária suje com o objetivo de
Prestar serviços de Radiodifusão Comunitária operando em FM (Freqüência
Modulada) na sintonia de 95,1 Mhz, baixa potência, dando ampla divulgação aos serviços prestados para a comunidades, agindo como instrumento de fomento da cultura local.

Fortalecendo a preservação e divulgação da cultura popular e do meio ambiente, conscientizando a comunidade em geral para exercer sua cidadania, garantir a livre expressão e informação popular, alem de contribuir com a luta pela democratização dos meios de comunicação na sociedade pela democratização da informação e pela instituição do Direito de Comunicar.

Juntos com outras instituições promover atividades educacionais, de formação e integração da comunidade, estimulando o lazer, a cultura e o convívio social.
Esta e Associação de Radio Comunitária Vitória FM a serviço da comunidade..Favelativa e Serra FM incentiva e investi na Associação Rádio Comunitária VITORIA FM por acreditar no trabalho comunitário e nas novas lideranças que estão a frente da radio. Queremos que a radio atue como parceiros e não como nossa propriedade só estaremos dando o suporte necessário para que logo poção seguir sua própria caminhada fortalecendo as rede de movimento sociais nas favelas. [Para isto foi fundamental a colaboração da Serra FM através do seu diretor Moizes Franz que esteve presente em todas as etapas e acreditou no Vitória FM].

Se estivar passando pela região sintonize 95.1 Vitória FM.

Diretoria da radio:
PEDRO DA SILVA OLIVEIRA– CARLINHO RODRIGUES -MARLENE RODRIGUES DA SILVA – JEVERSON NEVES DA CRUZ – ALDECIR ALVES COELHO.

Contatos: (65) 3641-3504/ 9602-1517
E-mail: vitoriafm.cba@gmail.com

julho 16, 2009

Morador do Jardim Vitória e coordenador do Favelativa reclama de transtornos nas obras do PAC.



Fonte: Secom CâmaraCbá

Convidado pelo vereador Lúdio Cabral (PT), o representando do Movimento Favela Ativa, Adnilson da Silva Lara (DJ TABA), fez uso da tribuna livre na sessão desta quinta (16) com o objetivo de chamar atenção dos parlamentares para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no bairro Jardim Vitória e região. Ele afirma que as obras estão causando transtorno aos moradores e pede que os vereadores ajam no sentido de serem concretizadas o mais breve possível.

Um dos problemas citados pelo morador é quanto o acesso ao bairro, como os trabalhos são de saneamento integrado e urbanização, ele afirma que as obras não estão sendo finalizadas da forma correta. “Eles abrem os buracos pra colocar as manilhas e na hora de fechar não fazem o trabalho direito, o que faz com que os buracos ao invés de fechados aumentem dificultando assim o acesso ao bairro”, disse. Devido à dificuldade de acesso os as viaturas e caminhões de lixo não entram mais no bairro, o que gera problemas relacionados a segurança e saúde pública.

Segundo Adnilson o transtorno é conseqüência da falta de planejamento. “Se tivessem planejado da forma correta antes de iniciarem as obras, os moradores não teriam tantos problemas”. As obras do PAC na região do Jardim Vitória iniciaram em julho de 2008 e os trabalhos ainda não foram finalizados.

O favelativa esta e é a comunidade não podemos fechar os olhos para as dificuldades que estamos passando, por isto sempre utilizaremos destes espaços para reivindicar aquilo que nos e de direito fala o morador.